Dormir mal e durante pouco tempo é prejudicial à saúde
Cerca de 65% da população brasileira têm alguma dificuldade para pegar no sono. Estima-se que durante os momentos mais críticos da pandemia, esse percentual subiu para 70%. Um levantamento realizado pela Associação Americana do Coração (American Heart Association ou AHA, na sigla em inglês) identificou que dormir mal é um fator de risco para doenças cardiovasculares ainda mais perigoso do que fumar. Essa contestação fez com que a AHA atualizasse as suas diretrizes Life’s Essential 8 para incluir a importância do sono de qualidade. Essa atualização foi realizada a partir de mais de 2 mil estudos científicos que identificaram que as pessoas que dormem bem conseguem controlar melhor alguns fatores da saúde, como pressão arterial, peso e riscos de doenças, como a diabetes.
O documento Life’s Essential 8 reúne os principais fatores de risco para doenças relacionadas ao coração. Desde a última atualização, de 2010, a diretriz contava com sete: tabagismo, má-alimentação, sedentarismo, colesterol, alta taxa de glicose no sangue, índice de massa corpórea (IMC) e hipertensão. Os distúrbios de sono chegam agora para completar a lista.
As doenças cardiovasculares, principalmente condições isquêmicas do coração e acidentes vasculares cerebrais (AVC), são a principal causa de mortes em todo o mundo. Mais de três quartos desses óbitos ocorrem em países de baixa e média renda, onde os casos seguem aumentando. É o caso e países da América Latina e Caribe, segundo levantamento do a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), ligada à OMS.
De acordo com a AHA, 80% das doenças cardiovasculares podem ser evitadas com adoção de hábitos saudáveis, como boa alimentação e mudanças no estilo de vida. A má qualidade diária do sono está associada à hipertensão, ao colesterol e às chances de acidente vascular cerebral (AVC).
Como dormir bem?
De acordo com a nova métrica do Associação Americana do Coração, para manter a saúde do coração, é recomendado que um adulto tenha de 7 a 9 horas de sono por noite. A boa regulação do sono está ligada à fatores como a saúde mental, inexistência ou controle de comorbidades, sensação de bem-estar e melhor planejamento das rotinas. A alimentação saudável e a prática de atividades físicas ajudam muito na melhora do ciclo do sono. Esses dois hábitos são muito importantes no equilíbrio hormonal, condição que impacta diretamente na qualidade do sono, atuando na melhora dos distúrbios mais comuns: insônia, apneia obstrutiva do sono, síndrome das pernas inquietas, sono insuficiente e atraso de fase de sono.
A melatonina é o principal hormônio que controla os padrões de sono. Está diretamente ligada à regulação do relógio biológico e do ciclo do sono, preparando o corpo para dormir. Sua quantidade e eficiência são afetadas pela alimentação, sobretudo em alimentos ricos em triptofano, como peixe, amendoim, banana, leite e derivados. A melatonina pode ser adicionada à nutrição diária por meio da suplementação via cápsula ou comprimido sublingual.
Além do triptofano, a inclusão na dieta de vitaminas do complexo B, como o Inositol, e magnésio ajudam na otimização de uma boa noite de sono. O Magnésio L-Treonato, uma associação do mineral ao aminoácido Treonina, também é um ótimo aliado do bem-estar do sono e da prevenção de doenças neurodegenerativas, entre elas o Mal de Alzheimer.
Uma fórmula natural que reúna L-Teanina+ Melatonina+ Gaba+ Serenzo, além de regular o sono a partir do equilíbrio hormonal, ainda pode atuar redução da ansiedade, da insônia e do estresse, condições que impedem muitas pessoas a dormirem.
Os distúrbios do sono são fortes moduladores hormonais. Além da melatonina, a liberação do hormônio cortisol no organismo em quantidades adequadas irá impactar positivamente na qualidade do sono. Medicação natural produzida a partir de plantas, o Relora é um importante aliado na reposição do cortisol e, consequentemente no controle do estresse e aumento da sensação de bem-estar.
Controlar o colesterol ajuda a regular o sono
Você sabia que existe uma relação muito perigosa entre apneia do sono e síndromes metabólicas, como anomalias (dislipidemia) nos níveis de lipídios no sangue, principalmente do colesterol total e dos triglicérides? A síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma doença crônica caracterizada por episódios parciais ou completos de colapso das vias aéreas superiores durante o sono intermitente. Essa condição resulta na dessaturação de oxigênio e fragmentação do sono.
Pacientes com SAOS passam por um grande estresse oxidativo, ou seja, apresentam desequilíbrio entre a geração de compostos oxidantes e a atuação dos sistemas de defesa antioxidante. Um importante aliado para neutralizar esse estresse oxidativo é o HDL, conhecido como “colesterol bom”, que possui propriedade antioxidante. Manter as taxas de colesterol sob controle ajudam portadores de SAOS a dormirem melhor.
Suplementos naturais antioxidantes, como o Resveratrol, se ligam aos radicais livres e impedem que eles exerçam seus efeitos danosos ao nosso organismo. Neste vídeo, a farmacêutica Fernanda Sathler, diretora executiva da BS Pharma, explica que o Resveratrol é substância presente, principalmente na casca e sementes das uvas, e atua na redução da pressão arterial e dos níveis LDL (“colesterol ruim”) no sangue, no aumento do HDL, além de evitar trombos e obstrução das artérias. É um grande aliado na preservação das funções cognitivas.
Cuidado com a glicose!
A perigosa relação entre sono e diabetes é uma via de mão dupla. Uma noite mal dormida pode elevar os níveis do hormônio cortisol, dificultando o controle glicêmico de pacientes já diabéticos. A má qualidade do sono também pode ser sinal de complicação da diabetes, que pode oferecer ao paciente sintomas como uma dor em pernas e braços capaz de atrapalhar o momento de descanso. Vitaminas e suplementos hormonais podem ajudar na regulação da glicemia no sangue.
Sono desregulado pode causar obesidade
A literatura médica no campo da endocrinologia tem conseguido estabelecer relação entre diminuição do tempo de sono e aumento de massa corporal (IMC). Indivíduos que dormem menos têm maior possibilidade de se tornarem obesos. Isso se dá porque um sono desregulado pode causar desequilíbrio de dois hormônios que devem andar em sintonia: a grelina (estimulador de apetite) e leptina (inibidor de apetite).
A ação terapêutica do Morosil, que atua na regulação dos processos metabólicos do organismo, podem auxiliar na redução dos riscos de doenças cardiovasculares. Essa substância tem poder anti-inflamatório que ajuda no metabolismo e na redução de medidas, como explica Fernanda Sathler.
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