Com a corredia do dia a dia, a hidratação do corpo pode ficar comprometida! A água é responsável por manter o bom funcionamento dos rins, do coração, do intestino, além de contribuir para a manutenção da pele e dos cabelos.

Continue a leitura e entenda a importância do consumo de água para nosso organismo e conheça alguns alimentos que podem ajudar a manter a hidratação em dia!

Hidratação do corpo

Em dias de calor, eliminamos suor para equilibrar a temperatura do nosso organismo, o que leva a perda de água e sais minerais. Em dias de frio, temos a tendência a beber menos água e, assim, acabamos diminuindo a concentração da água corporal, o que é prejudicial. A água ocupa cerca 70% do volume corporal. Segundo o Guia Alimentar para População Brasileira, a quantidade de água ideal para cada pessoa pode variar e depende de vários fatores, como:

  • Idade;
  • Peso;
  • Atividade física que pratica;
  • Clima e temperatura do ambiente onde vive.

A média recomendada de 2 litros de água por dia pode ser suficiente para algumas pessoas, mas outras podem precisar de 4 litros ou mais por dia – como no caso dos esportistas. O importante é manter o equilíbrio sempre, e repor a quantidade de água perdida durante o dia!

Manter a hidratação do corpo garante um melhor desempenho de suas funções. Quando o corpo está mal hidratado pode ocorrer: ressecamento da pele, enfraquecimento dos cabelos, inchaço, hipertensão, má digestão e até cálculos renais. Uma boa hidratação pode contribuir para um efeito rejuvenescedor na aparência. Os benefícios da hidratação podem ser vistos na pele:

  • Reduz o inchaço;
  • Melhora o aspecto da celulite;
  • Mantém a pele firme;
  • Ajuda a reduzir as rugas.

Além disso, o consumo de água auxilia na produção de ácidos graxos, responsáveis pela lubrificação da pele, o que evita seu ressecamento e promove maior proteção contra invasão de microrganismos.

Alimentos que ajudam na hidratação

A maioria dos alimentos in natura ou os minimamente processados contêm alto teor de água. O leite, as frutas, as verduras e os legumes costumam ter entre 80% e 90% de água. As comidas preparadas como macarrão, batata, mandioca, e até mesmo o prato de arroz com feijão, podem apresentar cerca de 70% de água.

De acordo com o Guia Alimentar do Ministério da Saúde, uma alimentação baseada nesses alimentos e preparações fornece cerca de metade da água que precisamos ingerir. Perceba que se manter hidratado não é uma tarefa difícil! Veja as propriedades de alguns alimentos que podem ajudar a manter a hidratação do corpo:

  • Água de coco: tem um papel importante na hidratação porque é um isotônico natural e repõe os sais minerais.
  • Melancia: além de hidratar, é diurética, é pouco calórica, rica em nutrientes e muito refrescante.
  • Morango: fruta muito versátil e pode acompanhar saladas, bolos e sobremesas. É composta por 92% de água e é pouco calórica.
  • Framboesa: fruta com propriedade antioxidante e excelente aliada na hidratação. Além disso, aliviam os sintomas da tensão pré-menstrual, como cólicas e oscilação no humor.
  • Abacaxi: além de ser uma fonte de água para o corpo, possui uma substância chamada bromelina, que auxilia na digestão. Portanto, seu consumo ideal é logo após as refeições.
  • Pepino: composto por 90% de água, contém fósforo, potássio, cálcio e enxofre, além de conter fibras, colaborando para o bom funcionamento do intestino. Acrescenta um toque final a saladas junto com verduras e legumes.
  • Tomate: está presente na maioria dos alimentos e é rico em minerais e água, contendo baixas calorias. Essa fruta também fortalece o sistema imunológico e previne doenças.

Os sucos naturais também são uma ótima opção para auxiliar no consumo de água, pois ainda contém nutrientes e minerais provenientes da fruta. Porém, mesmo que você não adoce o suco, a bebida já apresenta uma boa quantidade de frutose (açúcar natural da fruta), por isso, evite exageros! O ideal é consumi-los com o bagaço da fruta, que fornecem fibras essenciais para o bom funcionamento do intestino.

Os chás ajudam na hidratação do corpo e quase não têm calorias se forem consumidos sem açúcar. Existem opções de chás que, além de hidratar, ajudam a desinchar, tem ação termogênica e são excelentes aliados no processo de emagrecimento. Cada erva possui um efeito e você pode aproveitar dos benefícios do chá enquanto se hidrata.

O Chá Verde, por exemplo, contribui grandemente para nossa saúde e bem-estar.  Mas vale a ressalva da cautela. Não devemos ingerir mais do que três xícaras de chá por dia da mesma erva, a não ser por orientação médica. Equilíbrio é a palavra-chave!

Hidratação e a prática de esporte

Quem pratica esportes precisa estar atento para não deixar de repor o líquido que perdeu. Ao realizar atividades físicas, boa parte da água corporal é perdida, podendo atingir um litro de água perdido por hora de treino praticado.

Logo, para obter os melhores resultados durante a prática de exercícios, é importante manter-se atendo para uma hidratação correta, além de associá-la a uma alimentação balanceada e, em alguns casos, ao uso de suplementos. A desidratação pela prática de exportes pode resultar no aumento da frequência do pulso, respiração, aumento da concentração sanguínea e dificuldade da circulação sanguínea, gerando a sensação de formigamento.

Além disso, ao eliminar a água, o organismo também elimina minerais essenciais para a prática saudável de esportes. Portanto, é aconselhado não apenas o consumo de água como também a ingestão de carboidratos e outros minerais.

Para melhorar o desempenho durante as atividades esportivas, auxiliar na hidratação do corpo e repor líquidos e sais minerais perdidos na transpiração, foram desenvolvidas as bebidas isotônicas. Atualmente, o mercado oferece diversos sabores para todos os gostos, mas é necessário cuidado, porque os isotônicos possuem grandes quantidades de sódio.

A hidratação à base de sucos de frutas e hortaliças oferece ao esportista grande parte das vitaminas, sais minerais, aminoácidos e enzimas. As frutas, legumes e verduras contém água, líquido essencial para o metabolismo e as funções vitais do organismo.

Hidratação e a prevenção de doenças

A sede é um sinal enviado pelo organismo quando este já está se desidratando, portanto, não devemos esperar ter sede para beber água. O consumo de água deve ser frequente. A hidratação do corpo é importante para a prevenção de doenças respiratórias, infectocontagiosas, renais e dores de cabeça, além de reduzir o inchaço e a retenção de líquido. A água ajuda a eliminar toxinas do organismo e a fortalecer nosso sistema imunológico.

Manter a hidratação do corpo é fundamental para ficar saudável. Para as crianças, a água é fundamental para o crescimento e desenvolvimento. Ela age no equilíbrio da temperatura e atinge todas as células e os órgãos do corpo, incluindo o cérebro. Uma boa hidratação ainda ajuda a prevenir doenças do sistema urinário. Portanto, preocupe-se em criar o hábito de beber água desde cedo, para que a criança se mantenha sempre saudável.

De acordo com ginecologistas, o consumo diário de ao menos 2 litros de água auxilia na prevenção da infecção urinária, causada pela ação de bactérias na bexiga, rins ou uretra. Ainda, ela é importante no tratamento da cistite, causada pela proliferação excessiva de bactérias na bexiga. Quanto maior for o consumo de água, maior será a circulação e eliminação de urina pelo trato urinário e menor a chance de desenvolver esse tipo de infecção.

Para quem sofre de infeções urinárias de forma recorrente, o Cranberry pode ser um ótimo aliado. Essa planta nativa da América do Norte, é composta por substâncias com propriedades antioxidante, anti-inflamatória e cardioprotetora. O Cranberry tem sido consumida há anos por indivíduos com infecções no trato urinário, pois dificulta a adesão de certas bactérias nas vias urinárias, especialmente a Escherichia coli, impedindo sua proliferação e diminuindo a recorrência de infecções.

Uma boa dica para perceber se o seu corpo está hidratado é verificar a coloração da sua urina. Se a urina tiver escura, significa que precisa de mais água e, quanto mais clara estiver, mais hidratado seu corpo está. Portanto, lembre-se da importância de se manter a hidratação do corpo, e comece a criar bons hábitos no dia a dia. Mantenha também uma alimentação balanceada e pratique atividades físicas regularmente para o bom funcionamento do organismo!

Água é vida e saúde! E você? Tem o hábito de consumir água regularmente? Conte para a gente aqui nos comentários.

Gostou do post? Compartilhe com seus amigos e familiares! Aproveite e conheça também alimentos para melhorar o desempenho físico durante a prática de exercícios.

Manter a saúde em dia para aproveitar os bons momentos da estação mais fria do ano não é fácil. Doenças como gripe, resfriado, rinite, asma e bronquite são bastante comuns nessa época do ano. Mas não se preocupe! A seguir vamos listar uma série de hábitos simples que podem ser adotados para aumentar sua imunidade no inverno e prevenir doenças.

Doenças no inverno

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano, estima-se que haja 1 bilhão de casos de gripe no mundo, dos quais de 3 a 5 milhões são casos graves, resultando em 290 mil a 650 mil mortes por doenças respiratórias em decorrência de complicações causadas pela evolução da doença.

Além das temperaturas mais baixas, o clima seco diminui a umidade do ar e provoca o aumento da concentração de poluentes na atmosfera, tornando o ambiente propício para o desenvolvimento de doenças respiratórias.

O frio do inverno também aumenta a permanência das pessoas em ambientes fechados, com pouca ou nenhuma ventilação. Bastam pequenas gotículas lançadas no ar para provocar a contaminação de pessoas localizadas nesses ambientes.

Dicas para aumentar a imunidade no inverno

1. Cuide da alimentação

O inverno é a época do ano mais propícia para ficar em casa, assistindo filmes e seriados na TV, e comendo coisas gostosas na companhia de amigos e familiares.

De fato, durante essa estação, o apetite tende a aumentar devido ao maior gasto energético para manter o corpo aquecido. E para se aquecer, nada melhor do que um delicioso chocolate quente, aquele fondue caprichado ou um bom vinho, não é mesmo?

Mas tome cuidado com sua alimentação! Uma dieta rica em nutrientes é fundamental para aumentar a imunidade no inverno, fortalecendo o organismo para combater gripes e resfriados. Para isso, aposte no consumo dos alimentos a seguir:

Sopas e chás

Com a queda da temperatura durante a noite, nada melhor do que uma sopa com verduras e legumes, como cenoura, couve, abobrinha e chuchu, ingredientes repletos de nutrientes. Caso sua receita leve carnes, opte pelas mais magras, e para engrossar o caldo da sopa substitua o creme de leite ou batatas por ingredientes mais saudáveis e menos calóricos, como a abóbora.

Preste atenção também aos acompanhamentos. Evite os queijos gordurosos e calóricos, como os amarelos, dando preferência aos brancos e suas versões light. Isso serve também para os pães, dê preferência para os integrais. Entre as delícias liberadas à vontade no inverno estão os chás. O ideal é utilizar no preparo de chás, ingredientes com propriedades terapêuticas, como:

  • Gengibre;
  • Hortelã;
  • Erva doce;
  • Canela;
  • Erva cidreira;
  • Camomila.

Fique atento as funcionalidades do chá escolhido, você pode encontrar no mercado chá emagrecedor, detox, calmante e até energizante, ou seja, além de aquecer um chazinho pode trazer muitos benefícios para sua saúde. Mas atenção na hora de adoçar seu chá, fuja do açúcar! Escolha adoçantes naturais como mel, stévia ou xilitol.

Frutas e verduras

Suas refeições durante o dia devem ser equilibradas e variadas, incluindo verduras e legumes, como couve, brócolis e espinafre, que são excelentes fontes de ferro. Este mineral é indispensável nessa época do ano, pois aumenta a produção de hemoglobina e melhora o transporte de oxigênio pelo sangue, o que fortalece o seu sistema imunológico.

A Vitamina C, presente em frutas cítricas, como laranja, limão, acerola, abacaxi e morango, e as verduras escuras, como agrião, couve, brócolis, rúcula e aspargos também são aliadas do organismo para combater os microrganismos causadores de doenças.

Além disso, o mel é um ótimo substituto para o açúcar nesta época do ano, uma vez que, além de adoçar, funciona como antibiótico natural e atua na produção de células defensoras do organismo. Cogumelos, alho e gengibre também colaboram para aumentar a formação de anticorpos e atuam diretamente para a preservação da saúde.

Por fim, alimentos ricos em betacaroteno, como cenoura, tomate, beterraba, mamão, caqui e abóbora, que contêm grandes quantidades de antioxidantes, auxiliam nosso organismo no combate à infecções causadas por microrganismos nocivos espalhados pelo ar no inverno.

2. Beba muita água

Durante o inverno não transpiramos tanto como no verão e perdemos menos líquido durante o dia, e por isso, sentimos menos sede. Porém, manter o corpo bem hidratado é fundamental para a manutenção de processos fisiológicos, aumentar a imunidade no inverno e manter o organismo funcionando corretamente para evitar as doenças típicas da estação mais fria do ano.

Beber cerca de 2 litros de água por dia também contribui para impedir o ressecamento da pele e das mucosas das vias aéreas, algo bastante comum devido ao clima seco, e que pode evoluir para feridas e rachaduras, principalmente nos lábios e no nariz.

Além disso, a pele ressecada fica mais exposta a vírus e bactérias em circulação pelo ar, sobretudo em locais fechados e com grande fluxo de pessoas, aumentando a propensão à aquisição de doenças dermatológicas, como micoses e alergias.

Para prevenir problemas como esses, tome alguns cuidados com a pele no inverno, mantendo-a sempre bem hidratada. Utilize também soro fisiológico para lubrificar as mucosas das narinas, evitando ressecamento e irritações.

3. Evite banhos muito quentes e prolongados

No inverno, nada melhor do que um banho bem quentinho para aliviar o frio, certo? Errado! A combinação de banhos com água muito quente em dias de baixa temperatura é um dos maiores vilões do sistema imunológico e contribuem para o ressecamento da pele e dos cabelos.

Como nessa época do ano a pele geralmente já fica mais ressacada, a água quente piora esse quadro, uma vez que remove sua proteção natural, chamada de manto hidrolipídico, além de aumentar o processo de desidratação da derme, provocando descamação e irritações. O vapor quente, em contato com a pele também pode ser a porta de entrada para fungos, que se multiplicam e podem provocar micoses.

Nos cabelos, o calor excessivo pode aumentar a oleosidade do couro cabeludo e provocar caspas e quedas capilares. Além disso, os cabelos ressecados pela água muito quente apresentam um aspecto opaco e sem brilho, enquanto os cabelos tingidos perdem a cor e ficam com aparência de desbotados.

Isso sem contar que sair de banhos muito quentes, e mudar bruscamente para uma temperatura muito mais baixa pode provocar um choque térmico no corpo, forçando o organismo a fazer adaptações abruptas para equilibrar essa condição.

O choque térmico provoca alterações metabólicas, pulmonares e cardiovasculares, pois é encarado pelo organismo como uma situação de estresse, aumentando a produção de hormônios sem necessidade, o que pode desencadear febre e diminuir a imunidade.

Para evitar tudo isso, opte por banhos mornos e curtos, de no máximo 10 minutos. É tempo suficiente para lavar o corpo, sem agredir sua pele, seu cabelo e correr riscos desnecessários. Antes de sair do banheiro, abra a porta e deixe o ar frio entrar para que a temperatura desse ambiente esfrie gradualmente. Aguarde cerca de 1 minuto e somente então saia do banheiro. Esta atitude irá reduzir o choque térmico.

4. Durma bem

No inverno, com a temperatura mais baixa, a sensação de uma maior necessidade de sono aumenta, não é mesmo? Mas isso é apenas impressão! Nesta época do ano o metabolismo fica mais lento e o ambiente mais quentinho favorece a inatividade.

Porém, isso não quer dizer que o organismo precise de mais horas de sono do que nas demais épocas do ano. Mesmo com as noites mais longas e os dias mais curtos, típicos do inverno, a necessidade de sono permanece a mesma de outras épocas do ano. E para aumentar a imunidade no inverno, o que realmente vale é a qualidade do sono, pois isso é primordial para o bom funcionamento do organismo.

De acordo com especialistas, quem dorme bem tem melhor qualidade de vida, sistema imunológico mais forte, menos riscos de desenvolver doenças, maior rendimento no trabalho e menores variações de humor, distúrbio que precede o estresse e a ansiedade.

Controle a temperatura ambiente

Para dormir bem no inverno, o ajuste da temperatura ambiente para obter o conforto térmico no quarto é fundamental. Além de deixar as noites mais agradáveis, facilita a respiração e evita crises respiratórias, de asma e bronquite, por exemplo.

Cobertores e edredons pesados, de lã, microfibra ou flanela também colaboram bastante para manter o corpo aquecido durante a noite. Apenas tome cuidado! Geralmente esses tipos de roupas de cama e os pijamas mais quentes passam longos períodos durante o restante do ano guardados no armário retendo pó e criando mofo, um prato cheio para desencadear doenças de inverno.

Uma dica valiosa é optar pelo uso de cobertores e pijamas antialérgicos, que não soltem pelos. Também é importante tomar cuidado com pelúcias, carpetes, tapetes e objetos que podem acumular ácaros e pós. Eles podem contribuir para o surgimento de crises respiratórias e alergias em quem sofre com esses tipos de problemas.

5. Tome sol

Não são apenas as roupas que devem tomar sol no inverno. A radiação solar é fundamental para a produção de Vitamina D pelo organismo, substância essencial para a absorção e fixação de Cálcio nos ossos.

O aumento de Vitamina D no organismo contribui para diversos outros fatores, como fortalecimento do sistema imunológico, redução do índice de infecções e controle da pressão arterial, promovendo ainda o combate de várias doenças cardíacas, esclerose múltipla, diabetes, insônia, artrite, entre outras enfermidades crônicas.

Essa vitamina também tem função neurológica importante e sua deficiência pode contribuir para distúrbios severos, como esquizofrenia e depressão. Em alguns casos, a suplementação com Vitamina D é a melhor alternativa para manter os níveis adequados desta substância no organismo!

6. Evite o estresse

O estresse é um dos maiores inimigos do organismo! Rotinas cansativas, problemas em casa ou no trabalho, sentimento de frustração, falta de tempo, entre outras preocupações, podem contribuir para desencadear esse processo bastante perigoso.

O estado de tensão até certo ponto é benéfico para o organismo, pois faz com que o organismo libere mais adrenalina e cortisol aos músculos, gerando mais energia para enfrentar situações ameaçadoras ou de perigo no dia a dia. Contudo, quando a descarga dessas substâncias se torna constante ou permanente, há um desequilíbrio que causa diversas alterações no organismo como um todo.

O cortisol liberado em grande quantidade na corrente sanguínea, desregula o sistema de defesa do organismo, diminuindo a produção de anticorpos e reduzindo a imunidade, o que abre portas para o desenvolvimento de diversas doenças, sobretudo vírus e bactérias, o que contribui para o aumento de infecções. O estresse crônico também provoca diversos outros problemas em várias partes do corpo, como:

  • Queda de cabelos;
  • Enfraquecimento das unhas;
  • Bruxismo;
  • Insônia;
  • Dores de cabeça;
  • Complicações cardiovasculares;
  • Falta de memória;
  • Envelhecimento das células.

Como reduzir o estresse?

Descansar é a melhor forma de combater o estresse e restabelecer a imunidade. Mas engana-se quem acredita que esse ‘descanso’ esteja relacionado a dormir por horas ou ficar sem fazer nada. Pelo contrário! Você precisa liberar a tensão e realizar atividades prazerosas e ao mesmo tempo relaxantes.

Para isso, praticar atividades físicas é fundamental para liberar hormônios como endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina, relacionados ao prazer e ao bem-estar, opostos daqueles liberados em situações de estresse. Existem várias opções, como pedalar, correr, nadar, fazer yoga, pilates ou musculação.

Exercitar-se regularmente, de preferência ao ar livre, mesmo no inverno, também ajuda a eliminar toxinas através da transpiração, aumenta a capacidade pulmonar e estimula o sistema respiratório, algo bastante benéfico para quem sofre com problemas respiratórios, como asma e bronquite.

Momentos prazerosos e felizes ao lado de familiares e amigos que amamos também são extremamente recomendados e servem para descontrair e relaxar a mente. Realizar atividades recreativas que trabalhem positivamente o seu cérebro, como meditar, pintar, fazer jardinagem, dançar, assistir a uma peça de teatro ou a um filme também ajudam a combater o estresse e reduzir o estado de tensão físico e mental.

7. Utilize nutracêuticos

Outra dica para aumentar a imunidade no inverno é recorrer aos nutracêuticos, que são nutrientes, vitaminas, minerais e outros compostos capazes de promover benefícios para sua saúde. Essas substâncias são encontradas em alimentos e podem ser adquiridos isoladamente na forma de cápsulas, comprimidos ou pós.

Essas preparações farmacêuticas têm ação comprovada, não causam dependência e têm menor probabilidade de desencadear reações adversas no organismo. Existem fórmulas manipuladas com os mais variados ingredientes naturais que são indicadas para fortalecer a imunidade. Dentre os nutracêuticos voltados para o aumento da imunidade podemos destacar:

Apesar de essas fórmulas serem vendidas sem a necessidade de receita, antes de fazer uso desses produtos consulte seu médico, farmacêutico ou nutricionista para verificar sua real necessidade e analisar melhor forma de obter sucesso com esses tipos de tratamentos.

Agora que você já sabe como aumentar a imunidade no inverno, compartilhe este post em suas redes sociais e divulgue para seus amigos e familiares. Se ficou com alguma dúvida é só deixar nos comentários abaixo que teremos prazer em te ajudar!

Aproveite e leia também nosso post sobre Vitamina C e Zinco: associação para aumentar a imunidade e aprenda mais sobre esses suplementos e como eles podem contribuir para sua saúde no inverno.

Com o passar dos anos, o corpo da mulher passa por diversas mudanças externas e internas. Por volta dos 50 anos de idade, a produção de hormônios femininos diminui significativamente.

Durante essa fase, é comum apresentar sintomas da menopausa, como ondas de calor, suor noturno, menstruação irregular, insônia, redução da libido e alteração de humor, que são motivos de desconforto e estresse para a maioria das mulheres. Entretanto, existem algumas formas de aliviar os sintomas da menopausa. Quer saber mais? Então continue a leitura!

O que é menopausa

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a menopausa é um estágio na vida da mulher, que ocorre aproximadamente entre os 45 e 55 anos de idade, onde ocorre a parada do ciclo menstrual.

Nesse período, os ovários entram em falência e deixam de fabricar o principal hormônio feminino, chamado estrógeno. Trata-se de um diagnóstico retrospectivo, ou seja, uma mulher está em menopausa após 1 ano sem menstruar.

Neste período ocorre a transição hormonal no organismo, e aumentam as chances do surgimento e agravamento de algumas doenças. O processo corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e a fase não reprodutiva da vida da mulher, que pode ser dividido em:

  • Perimenopausa ou climatério: período que antecede a menopausa, com diminuição da fertilidade em mulheres, estima-se que a probabilidade de ovulação a cada novo ciclo seja 50% menor, mesmo com ciclos menstruais regulares ou com padrão menstrual similar ao ocorrido durante a vida reprodutiva.
  • Primeira fase: ciclo menstrual regular, entretanto, é possível notar com maior frequência alguns sintomas em sua forma mais branda. É comum notar fluxo menstrual mais intenso, inchaço corporal e ganho de peso e dores de cabeça.
  • Segunda fase: ciclos menstruais com e sem ovulação. O fluxo permanece intenso, as cólicas e os sintomas da menopausa podem se intensificar.
  • Terceira fase: irregularidade nos ciclos menstruais. Aumento dos sintomas de calor excessivo e variações no humor.
  • Quarta fase: aumento do o fluxo e do período do ciclo menstrual. Aumento do sintoma de calor excessivos.
  • Quinta fase: etapa final do processo marcada pela última menstruação e em alguns casos, os sintomas podem ser amenizados. Diminuem também as cólicas menstruais, que se manifestam esporadicamente, independente da menstruação.

Principais sintomas da menopausa

Além da alteração no ciclo menstrual, que é prolongado gradativamente até que não ocorra novamente, existem outras formas de notar a chegada da menopausa, como:

  • Aumento da sensação de calor, principalmente durante a noite;
  • Insônia;
  • Depressão leve;
  • Redução da atenção e da memória;
  • Secura ou ressecamento vaginal;
  • Redução da libido;
  • Incontinência urinária;
  • Cabelos e unhas mais finos e quebradiços;
  • Aumento do risco cardiovascular;
  • Perda de massa óssea (osteoporose);
  • Sudorese;
  • Alterações na distribuição da gordura corporal.

Existem também alguns casos de menopausa assintomática. Nesse segundo quadro, por não haver desconforto, algumas mulheres não realizam os tratamentos usuais, fazendo com que doenças comuns a menopausa se agravem, como osteoporose e doenças cardíacas. Por esse motivo se faz importante o acompanhamento ginecológico periódico e com maior frequência a partir dos 40 anos.

Reposição Hormonal

Na menopausa existe uma significativa redução dos hormônios essenciais para manter a qualidade de vida das mulheres e na maioria dos casos recomenda-se a terapia de reposição hormonal (THM). Em mulheres que não possuem útero, repõe-se apenas o estrógeno. Nas mulheres com útero, é necessária também a reposição da progesterona.

Conheça agora os principais hormônios femininos que reduzem na menopausa e como encontrar fontes de reposição nos alimentos:

Estrogênio

Um hormônio de fundamental importância para o bom funcionamento do corpo é o estrogênio. Sua carência é responsável pelos principais sintomas da menopausa: as ondas de calor, irritabilidade e depressão. Ele ainda resulta no acúmulo de gordura localizada na região do abdômen.

Por atuar na fixação de cálcio nos ossos, sua falta pode levar a doenças como a osteoporose. O estrogênio também age no equilíbrio do LDL (colesterol ruim) e HDL (colesterol bom) no sangue, aumentando o risco de doenças cardiovasculares em mulheres durante o período da menopausa. O Estrogênio pode ser encontrado em alimentos como:

  • Soja;
  • Milho;
  • Ervilha;
  • Feijão;
  • Maçã,
  • Inhame;
  • Brócolis;
  • Cenoura;
  • Aveia.

Progesterona

A progesterona é o hormônio responsável por preparar o organismo para a gravidez e amamentação, e é capaz de atuar sobre o estado físico e emocional. Uma vez que o organismo cessa a produção desse hormônio, o estrogênio passa a atuar em excesso, levando à retenção de líquidos e, consequentemente, ao aumento no peso.

Fica evidente, portanto, a necessidade de repor a progesterona no organismo de maneira equilibrada. Alguns alimentos que auxiliam na produção hormônio são:

  • Castanha;
  • Salmão;
  • Banana;
  • Espinafre;
  • Batata;
  • Acerola;
  • Morango;
  • Brócolis.

Podem realizar a terapia de reposição hormonal as mulheres que estão sofrendo com os sintomas da menopausa e aquelas que não possuem fatores de risco. A THM é contraindicada para mulheres com histórico de:

  • Câncer de mama e de endométrio;
  • Tromboembolismo;
  • Hepatopatias agudas;
  • Sangramento uterino (hemorragia genital) sem causa identificada.

Dicas para aliviar os sintomas da menopausa

Algumas práticas simples e fáceis podem aliviar os sintomas da menopausa, dentre elas podemos destacar:

  • Praticar exercícios físicos diariamente;
  • Tomar bastante água;
  • Ter uma boa noite de sono;
  • Evitar alimentos ricos em gordura e sal;
  • Não fumar;
  • Diminuir a ingestão de alimentos picantes;
  • Praticar atividades relaxantes, como o yoga e meditação.

Suplementos alimentares na menopausa

Dependendo das taxas de diminuição hormonal no período da menopausa, pode ser que apenas a alimentação não seja o suficiente para estabilizar o organismo e melhorar a qualidade de vida da mulher na menopausa. Nesses casos, o uso de suplementos naturais pode auxiliar.

O Yam Mexicano, ou inhame selvagem, é uma trepadeira cujas raízes podem ajudar no alívio dos sintomas da menopausa, por se assemelhar estruturalmente à progesterona. Esse alimento combate a osteoporose e reduz a retenção de líquidos. Ele pode ser encontrado na forma de cápsulas em Farmácias de Manipulação.

A Amora é uma fruta de origem asiática, popularmente consagrada no alívio dos sintomas da tensão pré-menstrual e da menopausa. Além disso, auxilia no controle do colesterol e possui ação antioxidante, atuando na redução do risco de doenças relacionadas ao estresse oxidativo.

A Isoflavona possui substâncias fitoestrógenas naturais extraídas da soja. Apresenta ação antioxidante, estimula o sistema imune e controla os níveis de estrogênio circulante. É utilizada para aliviar os sintomas da TPM e da menopausa, além de auxiliar na prevenção da osteoporose e de doenças cardiovasculares. 

O Red Clover ou trevo vermelho, é uma planta que contém altas concentrações de isoflavonas, sendo indicada no tratamento dos sintomas da menopausa, como ondas de calor e sudorese excessiva. Ele também contribui para o fortalecimento de ossos, o que reduz as chances de desenvolver osteoporose.

O Black Cohosh, também conhecido como Cimicifuga racemosa, é considerado um fitoterápico com eficácia nos distúrbios da menopausa. Seu uso alivia a ansiedade, os calores, a atrofia e o ressecamento vaginal.

Antes de fazer o uso de suplementos alimentares, consulte um médico especializado para saber qual a dosagem correta e como equilibrá-la de acordo com sua dieta. Sempre que for ingerir suplementos voltados para a regularização hormonal, lembre-se de tomar bastante água.

Não é fácil passar por todas as mudanças que a menopausa traz, mas com a suplementação correta e com o acompanhamento de um profissional de confiança é possível aliviar os sintomas da menopausa e melhorar sua qualidade de vida.

Conheça também como criar hábitos para um envelhecimento saudável. Pronta para tomar providências e aliviar os sintomas da menopausa? Deixe seu comentário e compartilhe esse post com alguma amiga que também está passando por esse período.

Nos últimos tempos, a busca por mais saúde, por qualidade de vida e pelo corpo perfeito fez a prática de atividade física crescer consideravelmente. Com isto, a necessidade de suplementação com nutrientes voltados para a prática de treinos tem aumentado. Acompanhe a seguir dicas de suplementos alimentares para quem pratica atividade física!

Suplementos alimentares

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), suplementos alimentares não são medicamentos e não podem ser aplicados para tratamento, prevenção ou cura de doenças. O suplemento é um complemento nutricional, com substâncias bioativas, vitaminas, enzimas ou probióticos, e não deve substituir as refeições. O uso de suplemento é recomendado para:

  • Indivíduos saudáveis;
  • Pessoas com dietas restritivas;
  • Indivíduos que sofrem de alguma alteração metabólica;
  • Praticantes de atividades físicas intensas.

Muitas vezes, apenas ajustar a sua alimentação com determinados nutrientes variados, em conjunto com a prática de atividade física, pode ser o suficiente para fazer com que você alcance os efeitos desejados. Porém, para aumentar seu rendimento e potencializar os resultados na academia, além uma boa alimentação pode ser necessário o uso de suplementos alimentares.

Se você tem uma vida bastante corrida e ainda assim treina pesado, é essencial investir em suplementos que contenham proteínas, antioxidantes, vitaminas e minerais. Eles podem auxiliar a repor as perdas que ocorrem durante os treinos e favorecem na construção do corpo perfeito e saudável.

Para descobrir qual a melhor forma de realizar uma reeducação alimentar, é fundamental procurar um nutricionista e estabelecer o melhor método para colocar em prática no dia a dia.

Suplementos alimentares e a prática de atividade física

O uso de suplementos alimentares atualmente tem sido de grande importância para atletas e praticantes de atividades físicas. Porém, é essencial ter uma alimentação equilibrada como fator de maior importância para a manutenção da saúde.

Ao dar início a uma nova prática de exercícios, ou intensificá-los, ocorre o aumento proporcional de calorias consumidas, que podem ser supridas de forma mais efetiva por meio dos suplementos, prezando sempre pelo equilíbrio.

Estudos mostram que consumo de suplementos é bastante comum entre pessoas jovens, predominantemente do sexo masculino, que tem como objetivo aumentar a massa magra com a prática de musculação. Entretanto, nem sempre os consumidores procuram a indicação de um profissional especializado. Nutricionistas e nutrólogos são os mais indicados para orientar corretamente o consumo desses produtos.

O profissional especializado poderá estudar seu caso e indicar o suplemento mais adequado para seu peso corporal, sua resistência física, sua rotina e seus hábitos alimentares. Tudo isso deve ser levado em consideração para que seja oferecido a você o melhor plano nutricional e suplementar, para que seus objetivos sejam alcançados.

A nutrição e a prática de atividade física juntas têm um importante papel na formação, não apenas de um corpo perfeito e saudável, mas também de uma mente mais ativa e motivada psicologicamente. O uso de suplementos alimentares é grande aliado quando usados com critério e com orientação profissional.

Portanto, se você vai iniciar alguma atividade esportiva e pretende usar suplemento, busque primeiramente seu médico ou nutricionista e depois, procure estabelecimentos de confiança e credibilidade para comprar seus suplementos.

Suplementos alimentares e seus benefícios

Existe uma grande variedade de suplementos alimentares disponíveis no mercado. Conheça agora como alguns deles atuam em seu organismo.

Whey Protein

Whey Protein é um suplemento proteico composto da proteína do soro do leite. Esse produto é de absorção rápida que auxilia na reconstrução muscular. Pode ser consumido pela manhã, como pré-treino ou pós-treino.

  • Whey Protein Concentrado: possui em torno de 70-80% de proteínas de alto valor biológico, além de ter baixa quantidade de lactose, gordura e um sabor agradável.
  • Whey Protein Isolado: passa por um rígido processo de purificação que elimina boa parte de gorduras e lactose, o que deixa o produto com até 90% de proteína. Pode ser considerado um produto livre de lactose, ideal para indivíduos que sofrem de intolerância ou alergia à lactose.
  • Whey Protein Hidrolisado: é submetido a um processo que quebra as proteínas, sendo assim, elas são metabolizadas com maior facilidade. Por ser uma fonte de proteínas de rápida absorção, é recomendado para alérgicos à lactose e pessoas com problemas gástricos.

Aminoácidos

O composto de aminoácidos mais conhecido é o BCAA. Esse produto contém aminoácidos de cadeia ramificada que não são produzidos pelo organismo, ou seja, só conseguimos adquiri-los por meio da alimentação e suplementação. O BCAA é formado por:

  • L-Valina;
  • L-Leucina;
  • L-Isoleucina.

Compostos de aminoácidos essenciais, também são importantes já que não são produzidos pelo nosso organismo. Como já estão na forma de aminoácido puro, são facilmente absorvidos pelo organismo e trazem resultados positivos para quem pratica atividade física.  Eles atuam também na reconstrução muscular, contribuindo para o ganho de massa e força. Os aminoácidos essenciais são:

  • L-Isoleucina;
  • L-Leucina;
  • L-Lisina;
  • L-Valina;
  • L-Metionina;
  • L-Treonina;
  • L-Fenilalanina;
  • L-Triptofano.

Creatina

Apesar de ser um dos suplementos mais consumidos, a Creatina tem efetividade comprovada apenas em atletas de esportes de alta potência. Sua suplementação leva a uma capacidade de estocar maior quantidade de energia no músculo, o que favorece uma maior renovação na síntese de ATP (molécula que fornece energia) e, assim, melhor capacidade de suportar esforços intensos.

Como a Creatina é produzida pelo organismo naturalmente, sua suplementação deve ser controlada para evitar um excesso dessa substância no nosso corpo, o que pode levar a sérios danos musculares.

Termogênicos

A principal função dos termogênicos desse suplemento é acelerar o metabolismo, aumentar a disposição, aumentar a queima de gordura e favorecer o emagrecimento. Existe uma grande variedade desse produto no mercado, composto por diferentes agentes termogênicos como cafeína, ioimbina, gengibre, pimenta e canela.

Você pode encontrar termogênicos em Farmácias de Manipulação na forma de cápsulas e em pó, podendo escolher o que for mais fácil e prático para incluir em sua rotina. Converse com seu médico, nutricionista ou farmacêutico para determinar o melhor termogênico para as suas necessidades.

Cafeína

A Cafeína é recomendada para auxiliar no tratamento da fadiga mental e melhorar a performance em atletas. Ela funciona como um estimulante, utilizada em academias como termogênico natural, ou seja, um acelerador metabólico. Isso favorece a queima de gordura, além de tornar o corpo mais resistente as fadigas musculares.

Ioimbina

A Ioimbina é um estimulante natural extraído da planta Pausinystalia yohimbe. Ela dilata os vasos sanguíneos e melhora a circulação, isso ajuda na queima de gorduras, além de melhorar a resistência física e aumentar a produção de energia.

Bebidas Termogênicas

O Cappuccino Termogênico é uma excelente opção para tomar antes do treino, já que acelera o metabolismo, melhora o desempenho físico e favorece a queima de gordura. Sua fórmula contém TCM, Whey Protein Concentrado, Bodybalance, Cafeína e Ioimbina, uma combinação que fornece energia e proteínas necessárias para o ganho de massa magra

Cuidados necessários

Os suplementos alimentares não devem substituir as refeições e devem ser ingeridos somente sob orientação profissional. Pesquisas científicas têm buscado comprovar os reais efeitos dos suplementos, seus benefícios e os cuidados que o consumidor deve ter ao utilizá-los. O consumo desses produtos favorece o corpo e a saúde, mas seu uso deve ser feito com equilíbrio e com bastante cautela.

Algumas substâncias presentes nesses produtos podem levar a problemas no sistema nervoso, rim, coração e fígado. Seu uso sem orientação e em excesso pode causar danos à saúde. Além disso, poderá não ter os efeitos desejados e ocasionar o ganho de gordura ao invés de músculos. E esse não é o objetivo!

Em alguns casos, uma alimentação balanceada associada à prática de atividade física pode ser suficiente para alcançar seus objetivos. Porém se você ainda está com dificuldade, o uso de suplementos alimentares pode ser um aliado. Então, consulte um profissional especializado e confira a melhor forma de obter o corpo ideal, com equilíbrio e saúde.

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Você se preocupa com sua saúde óssea? Os ossos são formados por um tecido vivo que se renova constantemente e merecem nossa atenção para evitar distúrbios associados à fragilidade óssea, como a osteoporose. No post de hoje vamos falar sobre vitaminas e minerais essenciais para fortalecer os ossos. Acompanhe!

Saúdes dos ossos

O processo de renovação dos ossos deve estar em equilíbrio para que seja mantida sua estrutura adequada. Caso ocorra algum desequilíbrio nesse processo, o osso pode ficar frágil, com pouca densidade. Aí temos o quadro de osteopenia, que pode avançar para osteoporose.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) a osteoporose é uma doença que pode atingir todos os ossos do corpo, fazendo com que fiquem fracos e com maior probabilidade de se quebrarem.

Entre 20 e 25 anos de idade nossa massa óssea está mais forte e estável. Nessa fase da vida, as células que integram os ossos se renovam de forma rápida e constante. Essa renovação ocorre de forma muito equilibrada, mantendo todo o esqueleto forte e resistente.

Após os 35 anos, se inicia a perda de massa óssea naturalmente. Nesse período ocorre um desequilíbrio entre os osteoclastos, responsáveis por eliminar as células ósseas velhas, e os osteoblastos, células que repõem o osso novo.

Depois dos 60 anos, o organismo tem uma tendência de retirar o Cálcio do tecido ósseo. Isso deixa os ossos fracos, aumentando os riscos de desenvolver osteoporose, o que pode favorecer a ocorrência de fraturas com mais facilidade.

Vitaminas e minerais essenciais para fortalecer os ossos

1. Cálcio

O Cálcio desempenha um papel fundamental no processo de formação e na manutenção de ossos saudáveis. Os ossos possuem Cálcio na sua composição, porém nosso organismo não é capaz de produz esse mineral. Ele pode ser adquirido por meio da alimentação ou suplementação. Mas em alguns casos, principalmente na terceira idade, é mais difícil atingir os níveis adequados desse mineral só com a alimentação, aí vale a pena a suplementação do Cálcio. Os alimentos fontes de Cálcio são:

  • Vegetais verde-escuros (brócolis);
  • Couve-flor;
  • Peixes (sardinha, salmão e bacalhau);
  • Soja;
  • Amêndoas;
  • Leite e seus derivados.

2. Magnésio

O Magnésio também é importante para a saúde óssea. Ele permite a fixação de Cálcio nos ossos a controla seu crescimento. É muito importante suplementar esses dois minerais juntos porque o Magnésio retira o Cálcio da circulação sanguínea e direciona para os ossos. Sem o Magnésio, o Cálcio pode se depositar nas artérias, que ficam enrijecidas e podem levar a problemas cardiovasculares. Você pode encontrar Magnésio em:

  • Amêndoas
  • Castanha de caju;
  • Banana;
  • Abacate;
  • Espinafre;
  • Salmão.

3. Vitamina D3

A principal função da Vitamina D3 é remover o cálcio circulante no sangue e depositá-lo nos ossos. Esse processo é denominado mineralização óssea. A falta dessa vitamina prejudica a formação e a manutenção dos ossos, deixando-os mais frágeis, o que e aumenta a chance de fraturas.

A Vitamina D3, também conhecida como colecalciferol, é produzida no nosso corpo quando somos expostos a luz solar, especialmente a radiação UVB. Essa é a principal maneira de adquirirmos a Vitamina D3, porém, hoje em dia utilizamos protetor solar diariamente e pouco nos expomos ao sol. Isso reduz o contato com esta radiação e torna a necessidade de suplementação ainda maior. A Vitamina D3 também pode ser encontrada em alguns alimentos, como:

  • Peixes gordurosos (atum e salmão);
  • Laticínios;
  • Cereais;
  • Ovos.

4. Vitamina K2

Juntamente com o Magnésio, a Vitamina K2 exerce importante função na saúde óssea e cardiovascular. Ela é responsável pelo equilíbrio e direcionamento do Cálcio ingerido e absorvido pelo nosso organismo. Essa vitamina também direciona o Cálcio para os ossos e inibe a deposição indesejada de Cálcio nas paredes dos vasos sanguíneos. Alguns alimentos são ricos em Vitamina K, como:

  • Couve;
  • Fígado;
  • Ovo;
  • Couve Flor.

Alguns suplementos recomendados para fortalecer os ossos já combinam essas vitaminas e minerais em sua fórmula. O Cálcio MDK é uma fonte de suplementação segura, formada pela associação de Cálcio, Magnésio, Vitamina D3 e Vitamina K2. Ele auxilia na formação dos ossos, na coagulação sanguínea, na contração muscular e na saúde das articulações. 

Hábitos para fortalecer os ossos

Além da suplementação, nossos hábitos de vida também estão relacionados com a saúde dos ossos. É importante controlar nosso peso e manter uma dieta equilibrada. Sabe aquela conhecida frase “A gente é o que a gente come?”, pois é, manter uma alimentação balanceada é importantíssimo. É através dela que nutrimos nosso corpo com substâncias essenciais para seu bom funcionamento!

O Colágeno faz parte da composição óssea e é perdido também com o envelhecimento. Para uma pessoa saudável, o ideal é consumir 10 g de Colágeno Hidrolisado por dia. Existem ótimas opções no mercado e a dica é ficar atento à informação nutricional no rótulo do produto e verificar se a quantidade de colágeno por dose está adequada. Também é muito importante associá-lo à Vitamina C, já que ela auxilia na absorção do colágeno.

Outro ponto que não pode faltar é a prática de atividade física. Os exercícios fortalecem os músculos e os ossos, ajudam a prevenir a osteoporose e a combater quedas e fraturas. Vale ressaltar que antes de iniciar qualquer prática de atividade física, é importante procurar orientação de um profissional especializado, ok!?

O que prejudica a saúde dos ossos?

Ao passo que alguns hábitos sejam essenciais para fortalecer os ossos, outros são extremamente danosos. Há um conjunto de fatores que prejudicam a saúde óssea e favorecem o desenvolvimento da Osteoporose:

  • Menopausa: ocorre diminuição dos níveis de estrógeno, que é fundamental para manter a massa óssea.
  • Envelhecimento: a perda de massa óssea aumenta com a idade.
  • Hereditariedade: é mais frequente em pessoas com histórico dessa doença na família.
  • Dieta pobre em Cálcio: esse mineral é fundamental na formação óssea.
  • Excesso de fumo e álcool: a incidência é maior entre as pessoas que consomem álcool e fumo em excesso.
  • Sedentarismo: o exercício físico constitui um importante estímulo para a formação e o fortalecimento dos ossos.
  • Medicamentos: alguns medicamentos, como os corticóides, em tratamentos de longa duração, favorecem a redução da massa óssea.

Então, para ter ossos fortes, cuide bem da sua alimentação, exercite seu corpo, fortaleça seus músculos e seus ossos. Agora que você já conhece as vitaminas e minerais essenciais para fortalecer os ossos, procure a orientação de um médico, nutricionista ou farmacêutico para saber quais suplementos são os mais indicados para você.

Qualquer dúvida, deixe seu comentário aqui embaixo que teremos prazer em falar com você!

O Colágeno é um dos suplementos alimentares mais utilizados pelas mulheres, conhecido por garantir resistência aos cabelos, pele e unhas. Mas existem alguns mitos e verdades sobre esse suplemento que você precisa saber. Confira agora o que o Colágeno realmente pode fazer pela sua saúde e beleza.    

Mitos e verdades sobre o colágeno

Colágeno engorda

MITO! O Colágeno é um tipo de proteína fundamental para a formação dos tecidos que compõem nosso corpo. Quando consumido em sua forma hidrolisada, ou seja, quebrada em partes menores, ela efetivamente não engorda. Apesar de conter calorias, elas não são o suficiente para promover alterações bruscas no peso. Portanto, a afirmação de que o Colágeno engorda é falsa!

Na verdade, o seu consumo pode até mesmo ajudar a emagrecer, já que promove e prolonga a sensação de saciedade e com isso, você acaba ingerindo menos calorias. Procure associá-lo à uma dieta balanceada e à prática de esportes regularmente, e acompanhe de perto as maravilhas que o Colágeno pode fazer por você!

Colágeno combate a flacidez

MITO! O Colágeno apenas diminui o aspecto da flacidez já existente e previne que ela piore. O que reduz efetivamente esse aspecto são exercícios físicos que ajudam a promover o tônus e o crescimento muscular.

Vale ainda ressaltar que o Colágeno auxilia na prevenção do aspecto da flacidez da pele provocada pela exposição acentuada ao sol, principalmente no rosto e no colo, e não da flacidez muscular.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a partir dos 30 anos há uma perda de Colágeno na pele que pode chegar a 1% ao ano. Por isso, à medida que envelhecemos, a reposição de Colágeno é de fundamental importância.       

Gelatina é um dos alimentos mais ricos em Colágeno

MITO! Você com certeza já ouviu que a melhor forma in natura de ingeri-lo é através da gelatina. Na verdade, esse alimento é uma das fontes mais pobres dessa substância, além de apresentar maiores quantidades de açúcares, adoçantes, corantes artificiais e conservantes.

Você pode encontrar no mercado gelatinas puras, isentas de conservantes outros aditivos artificiais. Em alguns casos ela pode estar associada a substâncias como a Thiomucase, que é uma enzima que contribui para diminuir a retenção de líquidos, reduzir medidas e melhorar o aspecto da celulite.

Colágeno ajuda a fortalecer cabelos e unhas

VERDADE! O Colágeno é uma proteína composta por aminoácidos responsáveis por fazer com que unhas e cabelos cresçam mais fortes e saudáveis. Para quem sofre com a demora no crescimento, ele contribui para que eles cresçam de forma mais rápida.

Entretanto, é importante realizar não apenas a reposição do Colágeno, como prezar por uma alimentação saudável e balanceada. Assim, será possível notar melhores resultados na saúde das madeixas e das unhas.

Colágeno ajuda no desaparecimento das estrias

 MITO! As estrias são resultado da sobrecarga na capacidade elástica da pele, fazendo com que fibras colágenas se rompam. Podem surgir durante a gravidez ou durante um crescimento acelerado, por exemplo.

Recuperar as fibras rompidas não é tarefa fácil, mas o Colágeno pode ajudar na prevenção de estrias, pois melhora o tônus da pele. Para o tratamento efetivo das estrias, é aconselhado consultar um dermatologista, de forma a determinar qual a forma adequada de melhorar o aspecto da região afetada.

Colágeno reduz a celulite

 MITO! A celulite é causada pelo acúmulo excessivo de água e gordura nas células, fazendo com que fiquem endurecidas. Essa condição leva ao aparecimento de nódulos, prejudica a circulação e retém líquidos. Apesar do Colágeno ajudar na elasticidade da pele, há ainda outros fatores que contribuem para que a celulite apareça.

Quanto maior o percentual de gordura do corpo, mais o tecido se encontra inflamado e maior é a probabilidade de surgir as indesejadas celulites. Portanto, é preciso que outras medidas sejam tomadas para melhorar o aspecto da celulite. Uma boa forma de combatê-la é a prática regular de exercícios físicos, associados à uma alimentação balanceada.

Existem ativos naturais com que melhoram a circulação e possuem ação anti-inflamatória que podem ajudar a melhorar o aspecto da celulite. A Centella asiática fortalece o sistema circulatório e atua na dissolução dos nódulos de gordura da celulite, principalmente nos glúteos e coxa.

Já o Dimpless® é um ativo obtido do melão de Cantaloupe (Curcumis melo) que apresenta evidências clínicas na melhora da celulite. É um extrato natural rico em antioxidantes como: catalase, glutationa peroxidase, coenzima Q10, ácido lipóico, carotenoides, vitamina A, E e C.

É preciso associar colágeno à antioxidantes

VERDADE! O corpo produz radicais livres que acabam prejudicando a absorção e a ação do Colágeno. Por isso é importante consumi-lo juntamente com substâncias antioxidantes, como a Vitamina C, que combatem os radicais livres. Alguns alimentos ricos em antioxidantes são:

  • Aveia;
  • Azeite de oliva;
  • Frutas cítricas;
  • Frutas vermelhas;
  • Linhaça;
  • Mamão;
  • Abacaxi;
  • Chá verde.

Uma dica é fazer o famoso suco detox. Você pode incluir na receita frutas ricas em substâncias antioxidantes. Essa é uma boa forma de nutrir o corpo e ainda cuidar da beleza.

Tipos de colágeno

A dose de Colágeno recomendada para um adulto saudável é de 10 g por dia. Procure um médico, nutricionista ou farmacêutico para avaliar qual a quantidade ideal para você. O Colágeno pode ser encontrado em alimentos como:

  • Salmão;
  • Atum;
  • Frango;
  • Ovo;
  • Queijo cottage;
  • Frutas cítricas;
  • Vegetais de cor verde escura.

Na maioria dos casos, somente a alimentação não é suficiente para fornecer a quantidade diária de Colágeno recomendada, então é necessário fazer uso de suplementos. Você pode encontrá-lo em cápsulas ou em , que pode ser diluído em água, sucos ou vitaminas.

O Colágeno Hidrolisado é a opção mais comum disponível no mercado. Esse suplemento alimentar contém substâncias capazes de hidratar e aumentar a elasticidade da pele, além de fortalecer a unhas e os cabelos. Mas atenção para não confundi-lo com o  Colágeno Tipo 2, que é a principal proteína estrutural das nossas cartilagens. Esse outro tipo é ideal para a prevenção e tratamento de dores nas articulações.

O Colágeno Verisol® é uma combinação única de peptídeos bioativos de colágeno que auxilia na redução de rugas e restabelece a elasticidade e hidratação da pele. Já o Bodybalance™ é um produto composto por peptídeos bioativos de Colágeno, que são facilmente absorvidos pelo organismo. Combinado à prática de exercícios físicos, esses peptídeos desaceleram a perda de músculos e promovem o aumento da massa magra e redução dos níveis de gordura.

Agora que você conhece os mitos e verdades sobre o Colágeno, bem como os benefícios que ele pode trazer, não deixe de consumi-lo! Para obter melhores resultados, lembre-se de combinar uma dieta balanceada com a prática regular de atividades físicas.

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A Spirulina tem sido muito requisitada por seu alto valor nutricional e por ser uma excelente aliada nas dietas de emagrecimento. Ela apresenta propriedades nutricionais, funcionais e terapêuticas. Conheça neste post seus benefícios para saúde e boa forma!

Benefícios para a saúde

A Spirulina é um suplemento nutricional obtido de algas conhecido por concentrar vários nutrientes, sendo considerada um super alimento! É rica em proteínas e apresenta 18 dos 22 aminoácidos existentes. É composta, ainda, por Vitamina A (Betacaroteno), Vitamina E, Vitamina B12 e outras vitaminas do complexo B, além de minerais como Ferro, Cálcio, Magnésio, Potássio, Magnésio e Fósforo.

A Spirulina é classificada como um nutracêutico, ou seja, proporciona benefícios para saúde, incluindo prevenção e tratamento de doenças. A Spirulina pode ser encontrada em farmácias de manipulação na forma de cápsulas ou em pó.

É muito utilizada em dietas de emagrecimento e no tratamento da obesidade.  A presença abundante de fenilalanina em sua composição produz uma sensação de saciedade, ou seja, você se sente cheio mesmo ingerindo uma quantidade menor de alimentos. Portanto, um grande benefício da Spirulina é que ela contribui para a redução de peso corporal sem que haja grandes perdas nutricionais.

Esse suplemento também é consumido por atletas de alto nível, que têm por objetivo a melhora da performance durante os treinos. Testes comprovaram que a Spirulina ajuda a retirar gás carbônico dos músculos, composto que dá origem aos ácidos pirúvico e lático, precursores de câimbras e fadiga muscular. Essa ação favorece a recuperação dos músculos após a prática de exercícios, além de fortalecer as defesas do organismo.

Propriedades da Spirulina

O uso da Spirulina pode proporcionar diversos benefícios para a saúde, atuando positivamente sobre os olhos, o cérebro, o intestino, o coração e o fígado. Um artigo publicado na Revista da Associação Brasileira de Nutrição (Rasbran) aponta algumas propriedades funcionais e terapêuticas desse suplemento, entre elas:

Ação antioxidante

A Spirulina contém importantes agentes antioxidantes como Vitamina E, Selênio e Betacaroteno. Tais nutrientes ajudam a combater o envelhecimento precoce e outras doenças que são agravadas pela presença dos radicais livres no organismo.

Aumento da imunidade

A Spirulina atua sobre o sistema imunológico estimulando a produção de macrófagos e anticorpos, que são capazes de matar patógenos invasores e combater infecções. Ela auxilia também no controle de disfunções imunológicas como a imunossenescência, que é a supressão natural do sistema imune em consequência do envelhecimento.

Prevenção de alergias

Pessoas com rinite alérgica sofrem com espirros, corrimento e congestão nasal constantemente. Esse quadro pode ser desencadeado pela exposição à poeira, pelos de animais, perfumes e outras fontes de alergia. A Spirulina atenua os sintomas de quem sofre de desordens respiratórias, como asma e rinite alérgica, proporcionando alívio dos sintomas.

Tratamento de anemias

Por ser uma excelente fonte de Vitamina B12, a Spirulina pode ser útil para os indivíduos que adotam uma dieta vegetariana, pois oferece grande valor nutricional e ajuda na prevenção de anemias. Ela também pode evitar transtornos do sistema nervoso provenientes da carência dessa vitamina. Estudos recentes demonstram que a suplementação com Spirulina pode melhorar consideravelmente o quadro de anemia.

Redução da fadiga muscular

A Spirulina impede a formação de ácido lático pelos músculos durante a atividade física e desta forma evita câimbras e fadiga muscular, aliviando o cansaço dos músculos.Os exercícios físicos de alta intensidade provocam uma baixa no sistema imune e, mesmo que esse estado seja temporário, processos infeciosos oportunistas podem ocorrer. Estudos demonstram que a Spirulina contribui para a manutenção da função imunológica de atletas de alta performance, impedindo ocorrência de imunossupressão, ou seja, baixa capacidade de ação do sistema imunológico.

Spirulina e a boa forma

A Spirulina tem uso amplamente difundido em dietas de emagrecimento e em tratamentos de obesidade, pois reveste a parede do estômago, proporcionando uma sensação de saciedade. Sua atuação como inibidor de apetite se dá pela presença relativamente alta de fenilalanina, que atua sobre o centro da fome no cérebro.

Os hormônios anorexígenos, que inibem o apetite, e a insulina fazem com que a fome e a vontade de comer doces também diminuam. Por esses motivos, a Spirulina é amplamente consumida para controle de peso corporal, além de ser indicada em dietas para tratamento do alcoolismo, carência de vitaminas e minerais e durante a convalescença de processos patológicos ou cirúrgicos.

Dose recomendada

A dose diária recomendada de Spirulina varia de 500 mg a 2 g. O horário ideal para seu uso é cerca de 30 minutos antes das principais refeições. Para atletas, a dose diária recomendada se limita ao valor máximo de 5 g.

Vale lembrar que, como qualquer outro suplemento alimentar, seu uso deve ser especialmente prescrito por um profissional da saúde, que indicará a dose diária ideal para cada caso. Em caso de dúvida, converse com um médico, nutricionista ou farmacêutico. Você pode entrar em contato conosco, que nossas farmacêuticas irão te orientar e tirar suas dúvidas.

Contra indicações

A Spirulina é contra indicada para pessoas portadoras de fenilcetonúria, doença rara e congênita, que se caracteriza pela incapacidade do organismo de quebrar as moléculas do aminoácido fenilalanina. Gestantes, lactantes e crianças também não devem fazer uso da substância.

O consumo incorreto desse suplemento pode causar alguns efeitos colaterais, como febre, dores abdominais, gases, prisão de ventre. Por isso é muito importante consultar um profissional especializado antes de começar a utilizar a Spirulina.

Não é à toa que a Spirulina é considerada um super alimento. Ela traz muitos benefícios para saúde e boa forma.  Você já conhecia o riquíssimo valor desse suplemento? Conte para gente nos comentários!

O mundo em que vivemos está em constante transformação e essas mudanças impactam diretamente na nossa saúde. A alimentação, por exemplo, que antes era natural, hoje conta com processos industrializados que acabam adicionando substâncias indesejadas que em nada contribuem para nosso corpo.

Agora, se você busca formas de contrabalançar esse cenário, você precisa conhecer o Ômega 3. Preparamos este conteúdo com tudo que você precisa conhecer sobre esse suplemento e seus benefícios para a saúde. Gostou? Então continue a leitura!

O que é Ômega 3?

Existem três tipos de ácidos graxos: os ácidos graxos saturados, os monoinsaturados, e os poli-insaturados. O Ômega 3 é um ácido graxo poli-insaturado essencial, ou seja, o corpo não é capaz de produzir e sua obtenção somente é possível por meio da alimentação e de suplementos. Existem 3 ácidos que formam o Ômega 3:

  • ALA: ácido alfa-linolênico
  • EPA: ácido eicosapentaenoico
  • DHA: ácido docosahexaenoico

O ALA é um Ômega 3 de origem vegetal e pode ser encontrado em sementes como chia, linhaça e abóbora, além de oleaginosas como as nozes e outras fontes vegetais, tais como o espinafre e a couve. Ele que pode ser convertido em EPA ou em DHA depois de ser ingerido graças à ação de enzimas presentes no nosso organismo.

O EPA é obtido através de fontes de origem animal como peixes de águas frias. Ele atua principalmente no sistema cardiovascular e seu consumo regular ajuda no controle do colesterol e é capaz de prevenir o desenvolvimento de doenças como a aterosclerose, que se caracteriza pelo acúmulo de células de gordura nas artérias.

O DHA também é extraído de peixes, porém atua mais no campo cognitivo, melhorando a atividade cerebral e o desempenho cognitivo. Por isso seu consumo é tão importante para manutenção das funções cerebrais e contribui grandemente na prevenção de doenças degenerativas como o Alzheimer.

Como o Ômega 3 foi descoberto?

Um médico dinamarquês percebeu que os esquimós da Groenlândia tinham baixíssima incidência de infarto e acidente vascular cerebral. Então, por meio de várias pesquisas, foi descoberto que esses habitantes, apesar de terem uma dieta rica em gordura, consumiam, em média, 14 gramas de Ômega 3 por dia.

A partir disso, foram realizadas diversas pesquisas com o objetivo de verificar a relação entre esse elemento e o quadro observado. Após confirmarem que o cenário observado estava realmente ligado ao Ômega 3, outros estudos foram e são feitos até hoje com o objetivo de identificar demais benefícios dessa substância.

Benefícios para saúde

A maior parte dos benefícios do Ômega 3 está associada ao EPA e ao DHA, e não tanto ao ALA. Portanto, o ideal é dar preferência ao consumo de alimentos e suplementos de Ômega 3 ricos nessas 2 primeiras formas. São inúmeros os seus benefícios, sendo difícil encontrar uma parte do corpo na qual ele não atue. Vejamos:

Melhora a atividade celular

O Ômega 3 é matéria-prima para a camada lipídica que envolve nossas células. Quando ingerimos essa substância, essa camada fica bem estruturada, fazendo com que as funções celulares sejam desempenhadas eficientemente.

Melhora a visão

O Ômega 3 atua também no recobrimento da retina ocular, que é uma parte dos olhos cujo papel principal é transformar o estímulo luminoso em estímulo elétrico, para que o cérebro possa interpretar aquilo que enxergamos. Portanto, podemos dizer que o consumo regular de Ômega 3 é capaz de auxiliar na saúde dos olhos.

Protege o coração

Como vimos, foi graças à proteção que o Ômega 3 confere ao coração que ele foi descoberto. Consumido regularmente, esse suplemento contribui para a prevenção de ataques cardíacos, além de auxiliar na regulação dos níveis de triglicerídeos.

Regulariza as taxas de colesterol

O Ômega 3 também auxilia no controle das taxas de colesterol, reduzindo o colesterol ruim (LDL) e aumentando o colesterol bom (HDL). O desequilíbrio entre esses dois tipos pode acarretar no entupimento de artérias e, consequentemente, problemas mais graves, como hipertensão, aterosclerose, derrame, entre outros.

Melhora a atividade cerebral

O Ômega 3 atua na formação da bainha de mielina que reveste os neurônios, células que compõem nosso sistema nervoso. Isso contribui para a integridade e o bom funcionamento dos neurônios e auxilia no desempenho cognitivo e na atividade cerebral.

Previne depressão pós-parto

Segundo a Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP), a depressão pós-parto apresenta alta prevalência (10 a 15%) com sérias consequências para a mãe e o recém-nascido. O cérebro do feto precisa do DHA para se desenvolver e, como sua única fonte de nutrientes é a mãe, ele então extrai dela essa substância.

Se a gestante não repuser o DHA absorvido pelo feto, ela ficará com deficiência deste ácido, ficando sujeita a desenvolver depressão pós-parto. Além disso, como o DHA atua na formação cerebral do neném, gestantes que consomem Ômega 3 regularmente podem fornecer essa substância em maiores níveis para o feto, favorecendo, dessa forma, o seu desenvolvimento neurológico.

Ação anti-inflamatória

O consumo do Ômega 3 contribui também para melhoria de quadros de inflamação, pois atua bloqueando as enzimas que causam o processo inflamatório. Sendo assim, seu uso pode auxiliar no tratamento de doenças como artrite reumatoide e fibromialgia.

Como escolher Ômega 3?

1. Diferencie o Ômega 3 do óleo de peixe

Cápsulas de óleo de peixe não são feitas 100% de Ômega 3.  Olhe sempre na tabela nutricional a quantidade de EPA e DHA que vêm em cada dose, pra ter certeza de que vai consumir a quantidade adequada.

2. Veja se o Ômega 3 é livre de metais pesados

Os metais pesados, como o mercúrio por exemplo, podem contaminar os peixes do qual o Ômega 3 é extraído. Os metais pesados são altamente prejudiciais a nossa saúde e é muito importante que você confira essa informação no rótulo do produto.

3. Verifique a presença de Vitamina E

A Vitamina E ajuda a preservar a estrutura do óleo por mais tempo, garantindo uma durabilidade maior do produto. Os melhores suplementos de Ômega 3 possuem essa vitamina associada à sua formulação.

4. Dê preferência para o Ômega 3 na forma TG

Estudos apontam que o consumo do Ômega 3 na forma TG (triglicerídeos reesterificados) é mais eficiente, o que aumenta significativamente sua capacidade de absorção. Essa forma também evita o retrogosto de peixe, que é aquele gosto que ficamos sentindo mesmo depois de muito tempo que tomamos as cápsulas.

Fontes naturais de Ômega 3

Já vimos acima que a principal fonte do Ômega 3 são animais marinhos, mas é importante se ter cuidado quanto a isso. Os animais que são ricos nesse ácido graxo são aqueles que vivem em águas profundas e geladas, como:

  • Salmão;
  • Sardinha;
  • Arenque;
  • Atum;
  • Truta.

Vale ressaltar que não são os animais que são ricos em Ômega 3, mas eles se tornam ricos também por sua alimentação, já que as algas marinhas que os alimentam são ricas nessa substância. Desta forma, peixes criados em cativeiro que são alimentados com ração não são uma boa fonte de Ômega 3.

Por isso, não se pode afirmar que todo salmão é rico em Ômega 3. Antes, é preciso analisar se o animal foi criado em cativeiro ou de forma selvagem.

Quem pode consumir Ômega 3?

O Ômega 3 pode ser consumido por crianças, gestantes e adultos de todas as idades. O que muda é a quantidade de ingestão recomendada para cada caso. Se você é uma pessoa que está com a saúde em dia, pode consumir conforme as orientações do fabricante. Mas se você tem alguma condição especial, o ideal é consultar um médico, nutricionista ou farmacêutico para conversar sobre o assunto.

Agora que você sabe o que é o Ômega 3, como escolher e seus benefícios para a saúde, já pode incluir esse suplemento na sua dieta. Gostou deste conteúdo? Então deixe seu comentário aqui embaixo e compartilhe com seus amigos!

Durante o inverno nosso corpo fica mais suscetível a contrair doenças que atingem o trato respiratório, como gripes, resfriados, sinusite e bronquite. Pensando nisso, listamos 10 dicas para cuidar da saúde no inverno.

Como cuidar da saúde no inverno

Durante o inverno, o frio excessivo contribui para que as pessoas procurem ficar em locais fechados e sem ventilação, facilitando assim, a contaminação e a disseminação de doenças respiratórias.

Além disso, esse é um período do ano com menor incidência de chuvas. O tempo seco favorece o aumento da poluição e deixa nossas vias aéreas mais susceptíveis a agentes nocivos. Portanto é preciso ficar atento e cuidar da saúde!

1. Limpe a casa

Esqueça a vassoura na hora de limpar a casa, pois o ato de varrer o piso levanta a poeira acumulada. Limpe tudo com um pano úmido e se possível, sem produtos químicos, para diminuir a chance de surgirem reações alérgicas. Lembre-se que muitas alergias são intensificadas com a inalação de poeira, o que é ainda mais complicado no inverno, quando as vias respiratórias estão mais ressecadas e sensíveis.

É importante também estar atento para a manutenção correta da caixa d’água e do ar condicionado, inclusive o do carro. É a partir da falta de limpeza que doenças se proliferam nestes locais e podem afetar muitas pessoas.

2. Abra as janelas

Quando o clima está mais frio, é comum fechar as janelas para impedir a ventilação da casa, embora isso nem sempre seja bom. Para evitar que doenças respiratórias sejam espalhadas dentro de ambientes com uma concentração grande de pessoas, é necessário que o ar seja renovado.

Por isso, para cuidar da saúde no inverno, abra a janela e deixe o ar circular em casa, nos transportes coletivos e nos ambientes corporativos, mesmo que por apenas algumas horas por dia.

3. Cuidado com roupas e cobertores

Com a chegada do frio, as pessoas costumam retirar os casacos do fundo do armário. O problema está em usar a peça logo em seguida. Como ela ficou muito tempo guardada, é possível que esteja contaminada por ácaros e até mesmo de fungos. Por isso, é muito importante que você lave as peças que ficaram esquecidas no seu guarda-roupa, antes de utilizá-las.

Assim como os casacos, os cobertores também estão guardados há muito tempo lá no fundo do armário, não é? Quando o frio estiver se aproximando, lave seus cobertores. Dessa forma, eles já estarão prontos para serem utilizados quando o inverno chegar. E lembre-se de lavar com frequência os cobertores em uso.

Outra dica é utilizar sacos de armazenamento à vácuo para guardar roupas de inverno e cobertores. Esses sacos possuem fechamento hermético e podem ser encontrados em lojas especializadas em material para organização. Após colocar as roupas no saco, é só fechar e retirar o ar com o auxílio de um aspirador de pó. Além das roupas ficarem protegidas de ácaros e fungos, ocupam menos espaço no guarda roupa.

4. Fique de olho na umidade

De acordo com a Ministério da Saúde, é recomendado que os níveis de umidade relativa do ar permaneçam entre 50% e 80% para que a saúde das pessoas não seja comprometida. 

Dias mais secos favorecem o aparecimento de sintomas alérgicos. Quando o percentual de umidade está abaixo desse nível, é recomendado utilizar um umidificador no ambiente, colocar bacias de água no quarto ou uma toalha molhada na cabeceira da cama na hora de dormir.

5. Alérgicos precisam de cuidados especiais

Quem sofre com alergias ou rinite sabe muito bem a importância de cuidar da saúde no inverno. Nesse período é preciso ter ainda mais cuidado para que os sintomas não sejam agravados.

Com a umidade do ar mais baixa, os movimentos ciliares nasais, responsáveis por eliminar poeiras e microrganismos, reduzem sua atividade. Associando este fator ao acúmulo de partículas no ar, o desenvolvimento de alergias e rinites é favorecido.

O ideal é evitar roupas de lã ou tricô, e optar por aquelas de algodão. Também é indicado que pessoas alérgicas preferiram o edredom ao cobertor comum. Dessa forma, o acúmulo de partículas será menor.

6. Soro fisiológico

Com o tempo seco, é comum sentir irritação nos olhos e nas vias nasais. Uma boa opção é utilizar soro fisiológico e colírio lubrificante, que pode ser facilmente encontrada em farmácias.

Aplique o soro fisiológico no nariz e o colírio lubrificante nos olhos a cada 2 horas para mantê-los hidratados. Mas atenção com a validade, que geralmente é menor após a abertura do frasco.

Caso note alguma alteração como coceira ou vermelhidão nos olhos, procure um médico, já que outra doença muito comum no inverno é a conjuntivite. Ele irá avaliar seu caso e determinar o procedimento mais adequado.

7. Beba água

O organismo deve estar bem hidratado para que desempenhe bem as suas funções e seja capaz de combater as doenças de inverno. Um corpo desidratado pode resultar em um sistema imunológico enfraquecido, o que facilita o aparecimento de doenças.

Por isso, beba bastante água, mesmo nos dias mais frios, quando a tendência é diminuir o consumo. A ingestão regular de água deve se tornar um hábito indispensável! A recomendação é que sejam ingeridos no mínimo 2 litros de água por dia. 

8. Lave as mãos

Com poeiras, vírus e bactérias circulando em todo o canto, manter as mãos limpas é essencial para cuidar da saúde no inverno. Lave sempre as mãos e dê preferência para sabonetes hidratantes ou glicerinados, para não agredir a pele. Uma dica é ter sempre por perto álcool 70% em gel e um bom hidratante para as mãos.

9. Fuja do cigarro

O ato de fumar é responsável pelo desenvolvimento e pela perpetuação do processo inflamatório das vias aéreas. Tais inflamações desencadeiam uma série de doenças, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e as neoplasias pulmonares, além enfraquecer o sistema respiratório e agravar a evolução da asma. Por isso, fique longe do cigarro e preze pela sua saúde.

10. Fortaleça seu sistema imunológico

A Vitamina C é um dos melhores nutrientes para fortalecer a imunidade. Ela é um poderoso antioxidante que protege as nossas células contra os danos provocados pelos radicais livres, tem propriedade anti-inflamatória e estimula a produção de anticorpos. A Vitamina C pode ser encontrada pura ou associada a outras vitaminas e minerais, como o Zinco, que aumentam ainda mais os seus benefícios.

Os Bio-MAMPs® são fragmentos ativos obtidos de cepas probióticas com elevadas concentrações que atuam na imunidade e na redução da inflamação do organismo. Além disso, a Equinácea (Echinacea purpurea) é uma planta que fortalece o sistema imune e protege contra gripes e resfriados.

Viu como é fácil se proteger das doenças do frio? Comece hoje mesmo a cuidar da saúde no inverno! Aproveite e compartilhe esse post com seus amigos e familiares. Qualquer dúvida é só deixar seu comentário aqui embaixo que teremos prazer em te responder.

O Colágeno Tipo 2 é a principal proteína estrutural da cartilagem, responsável pela sua resistência, tração e firmeza. É duas vezes mais ativo nas articulações do que a condroitina associada à glucosamina. Preparamos esse post para você entender melhor o que é e para que serve o Colágeno Tipo 2.

O que é o Colágeno Tipo 2

O colágeno é uma proteína fibrosa presente na pele, tendões, ossos, dentes, vasos sanguíneos, intestinos e cartilagens. Corresponde a 30% das proteínas totais e a 6% do peso do corpo humano. Também é encontrado em diversos tecidos animais.

Entre os diversos tipos de colágenos já identificados, o Colágeno Tipo 1 é o mais comum e mais abundante. É encontrado em quase todas as estruturas do corpo, como pele, cabelos, unhas e ligamentos.

Já o Colágeno Tipo 2, compõe as cartilagens e age como amortecedor de impactos das articulações e, portanto, é essencial para sua preservação.

Para que serve o Colágeno Tipo 2

  • Auxilia no tratamento de doenças articulares autoimunes como a osteoartrite;
  • Alivia os quadros de inflamação das articulações;
  • Auxilia o organismo na reconstrução da cartilagem articular;
  • Contribui para o reparo e prevenção de lesões em cartilagens;
  • Ajuda no tratamento de artrite reumatoide;
  • Atua na manutenção da saúde das articulações;
  • Alivia no desconforto de inflamações nas articulações;
  • Melhora a mobilidade e flexibilidade das articulações.

Colágeno Tipo 2 não desnaturado UC II®

O UC II® é um Colágeno do Tipo 2 não desnaturado, derivado da cartilagem de frango. É obtido através de um processo de fabricação patenteado, que ocorre a baixas temperaturas, garantindo a obtenção de um colágeno puro, com estrutura molecular inalterada e sem alterar sua atividade biológica.

Mas atenção, não confunda colágeno não desnaturado com colágeno não hidrolisado. A desnaturação resulta na perda da estrutura tridimensional do colágeno, e o processo pode ocorrer por processos químicos, térmicos e enzimáticos.

Por sua vez, a hidrólise do colágeno pode ocorrer somente em condições controladas e preestabelecidas. Ela consiste na quebra de ligações por meio químico ou enzimático, transformando a molécula do colágeno em partículas menores – é o que ocorre com o Colágeno Tipo 1 Hidrolisado.

Para quem é indicado o UC II®?

O Colágeno do Tipo 2 é a proteína estrutural encarregada da tração e da firmeza da cartilagem, e atua na prevenção e no tratamento de doenças articulares. É de fundamental importância repor essa proteína para garantir o bem-estar e o funcionamento do corpo.

Derivado de cartilagem de frango, o UC II® é o colágeno tipo 2 com composição patenteada e eficácia comprovada. Ele age juntamente com o sistema imunológico para manter as articulações saudáveis, promovendo sua mobilidade e flexibilidade, prevenindo e reduzindo casos de inflamações e lesões.

Atletas

Praticantes de atividade física também podem consumir o UC II® para fortalecer as articulações, melhorar a flexibilidade e aliviar as dores causadas por treinos mais intensos e de alto impacto. A administração de Colágeno Tipo 2 em adultos saudáveis diminui as sensações dolorosas no pós-treino. Aumenta a flexibilidade das articulações e melhora sua mobilidade.

Artrite Reumatoide

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, de causa desconhecida e que afeta as articulações. Sua incidência aumenta com a idade e pode surgir entre 30 e 40 anos. Ela acomete as mulheres duas vezes mais do que os homens e resulta na degeneração e erosão do osso e da cartilagem que compõem as articulações.

Osteoartrite

Também conhecida como artrose, essa doença é causada pelo desgaste da cartilagem e por alterações nos ossos das regiões adjacentes. Pode ser causada por traumas ou esforços repetitivos das articulações durante o trabalho ou a prática de esportes. Sua incidência é mais comum em pessoas acima de 50 anos.

Em ambos os casos, o uso de UC II® atua na reposição do colágeno perdido, reduzindo as dores e controlando as lesões articulares. Em casos de inflamação, seu uso dessensibiliza o sistema imunológico e previne o “ataque” às cartilagens.

Por consequência, há um bloqueio da inflamação, o que reduz a dor do paciente. Quando o organismo interrompe o ataque às cartilagens, é restabelecida o equilíbrio entre a quebra e a síntese do Colágeno Tipo 2, devolvendo a mobilidade, o conforto e promove melhora da qualidade de vida do paciente.

Como utilizar o UC II®

O UC II® é recomendado para todas as pessoas saudáveis, que precisem de reposição de colágeno e que não seja intolerante a nenhum componente da fórmula. A dose recomendada de UC II® é de 40 mg ao dia.

É de grande importância consultar um profissional especializado no tratamento de doenças articulares antes de utilizar qualquer suplemento. Um diagnóstico precoce pode ser fundamental no tratamento e prevenção de certas doenças.

A medida em que envelhecemos, nosso organismo diminui a produção de Colágeno. Estudos estimam que a partir dos 30 anos ocorre uma redução de 1% na produção anual dessa proteína. Para mulheres que passaram pela menopausa, essa taxa pode atingir valores de até 2%.

Além de fazer a suplementação com Colágeno Tipo 2, invista em alimentos antioxidantes como as frutas cítricas, frutas vermelhas e a linhaça. Elas são ricas em antioxidantes, como a Vitamina C. Ela fundamental para garantir a fixação do colágeno, otimizar seu desempenho e evitar o desgaste das articulações.

Como você pode ver, o uso de Colágeno Tipo 2 é recomendado tanto para o tratamento de doenças que atingem as articulações quanto para atletas de alta performance.

Gostou do nosso post? Leia também sobre os melhores nutrientes para prevenir dores nas articulações. Qualquer dúvida é só deixar nos comentários que teremos prazer em te responder.