Muito comum nos dias atuais, o estresse emocional geralmente aparece quando se tem uma preocupação intensa, como uma prova importante, injustiça no trabalho ou problemas na família. Nesse caso, dependendo da tensão prolongada e dos agentes estressores, há uma soma de repostas do organismo que são necessárias para se adaptar às novas situações.

No entanto, se não houver um limite de tolerância e a criação de estratégias para sair dessa situação, certamente esse estresse emocional poderá afetar o funcionamento do corpo e até causar algumas doenças, como úlceras, obesidade, depressão, hipertensão e infarto.

Por isso, neste artigo abordaremos como o estresse emocional afeta as principais as áreas do corpo, para que você entenda a importância de estar alerta para os sinais que o organismo registra. Acompanhe!

Sistema muscular

Na fase alarmante do estresse, os músculos tendem a ficar tensos, pois o organismo libera hormônios específicos que realizam alterações fisiológicas, como a contração, a fim de fortalecer o corpo caso alguma situação perigosa surja.

Contudo, essa tensão constante pode provocar dores intensas, principalmente em locais do corpo onde há um maior volume muscular, como nos ombros, pescoço, costas e músculos mandibulares.

Sistema cardiorrespiratório

O sistema cardiorrespiratório está diretamente ligado às adaptações ao estresse, por ser influenciado pelo sistema neuro-humoral. Em situação de estresse, o organismo libera os hormônios, como a adrenalina, noradrenalina e o cortisol, que atuam como mensageiros para o aumento da respiração e da frequência cardíaca.

Além disso, os vasos sanguíneos se dilatam, aumentando o fluxo de sangue bombeado para diversas partes do corpo, principalmente para o coração e músculos grandes, elevando a pressão arterial e o risco de ataque cardíaco, hipertensão ou acidente vascular cerebral.

Sistema nervoso

No organismo, a necessidade de se adaptar às novas situações começa no Sistema Nervoso Central (SNC) e, dessa forma, passa a envolver todo o corpo. No entanto, o sistema nervoso conta com algumas divisões: central (circunda a medula espinal e o cérebro) e periférica (constituída pelo sistema nervoso somático e autônomo).

O Sistema Nervoso Autônomo (SNA) tem um papel direto no conjunto de alterações fisiológicas. Isso porque, quando o corpo está estressado, uma parte do SNA — chamado de Sistema Simpático — gera uma resposta de luta e fuga, fazendo com que as glândulas adrenais liberem para a circulação sanguínea os hormônios, como a adrenalina e cortisol.

Estes hormônios, por sua vez, fazem aumentar os níveis de glicose no sangue, os vasos sanguíneos se dilatarem e o coração bater mais rápido, para que o corpo possa lidar com a situação de emergência.

Sistema reprodutor

Tanto o sistema reprodutor masculino quanto o feminino também são influenciados pelo estresse emocional. No caso da anatomia do homem, o estresse libera quantidades excessivas de cortisol, que podem alterar o funcionamento bioquímico do organismo, especialmente a produção de testosterona, esperma e até mesmo levar à impotência.

Já no sistema reprodutor feminino, o estresse pode afetar tanto a menstruação e sintomas pré-menstruais (TPM) como também a menopausa e o desejo sexual. Na menstruação, os elevados níveis de estresse podem fazer com que os ciclos menstruais se tornem irregulares ou ausentes, alterando ainda a duração dos ciclos e ocasionando períodos mais dolorosos. No caso da TPM, o estresse pode fazer com que alguns sintomas se tornem mais difíceis de enfrentar.

Durante a menopausa, os níveis hormonais se alteram e associam-se com alguns sintomas, como sentimentos de angústia, mudanças de humor e ansiedade. Com o estresse emocional, essas sensações podem ser intensificadas.

Além disso, o desejo sexual também pode ser bruscamente afetado em caso de estresse, especialmente quando a mulher concilia a vida pessoal, como cuidar da família, com a profissional e financeira.

melatonina

Sistema endócrino

Quando o corpo está passando por uma situação de estresse, o sistema nervoso inicia um processo de produção de cortisol e adrenalina na corrente sanguínea.

No entanto, quando esses hormônios são liberados, o fígado tende a produzir mais glicose, fornecendo uma quantidade de energia extra para o organismo, que, se não for usada, poderá ser reabsorvida como açúcar no sangue, aumentando o risco de diabetes.

Sistema gastrointestinal

O estresse emocional também pode afetar significativamente o sistema gastrointestinal, trazendo sintomas e desconfortos que podem se tornar doenças crônicas. Isso porque os estímulos negativos fazem com que o sistema nervoso emita sinais para que haja uma inibição espontânea do sistema gástrico, e com isso, as secreções dos ácidos estomacais e as enzimas digestivas também recebem interferência, principalmente na liberação do ácido clorídrico.

Essas alterações podem ocasionar problemas de digestão, como a inflamação da parede e mucosa do estômago, causando a gastrite e até mesmo a úlcera.

Fadiga emocional

O estresse por um longo período associado à ansiedade e à depressão pode provocar um cansaço extremo, dando a impressão de ser impossível recuperar as energias perdidas. Geralmente, as pessoas mais sensíveis estão suscetíveis a sofrer dessa fadiga, que tende a causar a falta de motivação ou desinteresse pela vida.

Portanto, é preciso ficar atento para saber como prevenir esses sintomas quando eles aparecerem, para começar a superar o estresse emocional que causa o cansaço extremo, evitando que ele se torne algo mais sério.

Como prevenir esses sintomas e mudar a situação?

Apesar de o estresse estar associado a uma condição percebida como ameaça, ele é uma ocorrência fisiológica e normal necessária para adaptação do corpo a uma nova situação, seja ela negativa, seja ela positiva, a qual o organismo terá que superar. No entanto, quando não há um limite de tolerância, pode surgir um quadro clínico mais exuberante.

Para prevenir esses sintomas, é fundamental identificar a causa que gera o estresse emocional, verificando a possibilidade de afastá-lo. No entanto, se isso não for possível, devem-se criar estratégias para tentar resolvê-lo da melhor forma possível. Em algumas situações, a solução encontrada pode não ser a ideal, mas, para aquele momento, é a que se torna mais viável. Por exemplo, abrir mão de um salário em uma empresa onde o trabalho está sendo prejudicial.

Algumas técnicas podem ajudar a melhorar os sintomas no momento do estresse, tais como:

  • retomar o controle da respiração para acalmar a mente;
  • ter um ponto de vista positivo em situações estressantes;
  • não se sentir culpado ou se martirizar diante de um problema;
  • manter a mente ocupada com tarefas positivas;
  • evitar ser perfeccionista.

Além disso, o uso do Relora ® associado a um estilo de vida saudável e boas horas de sono pode ser uma boa alternativa para controlar os sintomas relacionados ao estresse. Isso porque o Relora ® é um composto constituído por ativos das plantas capaz de proporcionar uma ação tranquilizante sem induzir ao sono, mantendo os níveis adequados de cortisol no organismo e minimizando os efeitos causados pelo estresse.

Contudo, a atividade física também é fundamental durante esse processo, uma vez que ela ajuda a neutralizar os neurotransmissores que são liberados pelo estresse e aumentam os níveis de endorfina, hormônio responsável pela sensação bem-estar. Porém, deve-se evitar o uso de bebidas alcoólicas, pois elas reduzem os efeitos dos tranquilizantes e analgésicos.

Vale ressaltar que você nunca deve se automedicar, mesmo que não consiga controlar as situações e os níveis de estresse por si só. Nesse caso, é importante procurar pela ajuda de um profissional especializado, para que ele possa avaliar e indicar o melhor tratamento.

Dessa forma, conhecendo algumas formas de reação do corpo ao estresse emocional, é importante ficar atento para quaisquer sintomas que possam ocasionar sensações desagradáveis, a fim de superá-las o quanto antes e manter o equilíbrio no organismo.

E você, anda muito estressado? Então, que tal conhecer mais os benefícios do Relora ® para ajudar a aliviar esse estresse emocional?

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Categorias: Saúde Mental

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