Por que não consigo Emagrecer?

Conheça seu organismo e descubra como emagrecer de forma saudável e efetiva.

O que você vai ver neste artigo sobre obesidade: 

Tem coisa melhor do que se olhar no espelho e se sentir bem?

Realmente, não podemos negar o quanto é gratificante nos sentirmos bem com o nosso corpo, mas, antes disso, o mais importante a ser lembrado, além dos padrões da beleza, é que a manutenção adequada do nosso peso está diretamente relacionada com o equilíbrio de funções vitais do nosso organismo, que pode se afetado pelo ganho excessivo de peso, comprometendo a nossa saúde e bem estar. Sendo assim, emagrecer não deve ser visto apenas como uma preocupação estética, mas também como um fator importante para a manutenção da saúde, longevidade e qualidade de vida.

Já sabemos que os hábitos alimentares e a prática de atividades físicas exercem grande importância sobre a nossa beleza e saúde, mas existem algumas disfunções ou até mesmo doenças secundárias que podem contribuir diretamente no ganho de peso e ainda dificultar o emagrecimento, até mesmo depois de colocar em prática todas as mudanças necessárias para o tratamento da obesidade.

É essencial conhecermos e cuidarmos do nosso organismo como um todo e observar os sinais que ele nos transmite quando ocorre um desequilíbrio em algum dos nossos sistemas. Assim como a obesidade pode acarretar o desenvolvimento de outras doenças, o ganho de peso também pode ser provocado em função de outras doenças já instaladas no organismo, que comprometem o nosso metabolismo e contribuem para o acúmulo de gordura corporal e visceral.

O conhecimento sobre essas doenças é imprescindível para obter o tratamento eficaz da obesidade e ainda pode explicar o motivo pelo qual muitas pessoas lutam persistentemente contra a balança sem obter resultados satisfatórios.

Conheça um pouco mais sobre a Obesidade e saiba como ficar em dia com o seu peso, cuidando do que é mais importante: sua saúde!

O que é Obesidade?

A obesidade é uma doença crônica com incidência cada vez maior, sendo considerada como uma epidemia mundial, presente em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Caso não controlada pode levar a desordens no organismo, provocando limitações e doenças importantes. Aceitar a obesidade como uma doença é fundamental para o seu tratamento.

A obesidade caracteriza-se pelo armazenamento elevado de gordura no organismo provocado por causas multifatoriais, resultantes da interação entre fatores comportamentais, culturais, genéticos, fisiológicos e psicológicos. Na maioria dos casos, ocorre devido ao aumento da ingestão calórica superior ao gasto energético, principalmente pelo consumo de alimentos processados e refinados, que, além de pobres em nutrientes, são facilmente transformados em gorduras no organismo.  No entanto, outros fatores importantes relacionados ao estilo de vida podem, também, influenciar no ganho de peso, sem correlação direta com a ingestão de alimentos.

Classificações e métodos de diagnóstico para a Obesidade

A classificação e a gravidade da obesidade podem ser determinadas por vários métodos, sendo os mais comuns: o Índice de Massa Corporal do Indivíduo (IMC), método de bioimpedância e medida das pregas cutâneas, os quais devem ser realizados apenas por profissionais habilitados.

O IMC é um método analítico que permite a avaliação da composição corporal de forma indireta. Ele é expresso pela relação entre o peso (massa corporal) e a altura do indivíduo elevada ao quadrado, e é usado frequentemente para estimar o peso ideal ou a obesidade. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o peso é considerado normal quando o IMC fica entre 18,5 e 24,9; pacientes com sobrepeso apresentam valores de entre 25,0 e 29,9; os obesos acima de 30, enquanto que o IMC acima de 40 indica a obesidade mórbida.

Outro método bastante utilizado é o exame de bioimpedância, considerado o mais eficaz pelo Consenso Latino-americano de obesidade. Trata-se de um método não invasivo e indolor, que consiste na passagem de correntes elétricas de baixa amplitude e alta frequência pelo corpo. Esse método avalia a quantidade de gordura, músculos e água da composição corporal, as medidas da cintura e quadril e ainda permite obter a Taxa Metabólica Basal (TMB), por meio da qual é possível detectar a quantidade de calorias que a pessoa é capaz de queimar diariamente. A informação da taxa metabólica basal é de grande importância para auxiliar o nutricionista na determinação da quantidade ideal de calorias a ser considerada na dieta de cada paciente.

O acompanhamento de um profissional habilitado é essencial para a determinação do quadro do paciente. Ele também poderá identificar doenças relacionadas com a obesidade já instaladas e/ou fatores de riscos a partir da avaliação de sinais e sintomas apresentados pelo paciente e outros exames complementares.

Principais Causas da Obesidade

A obesidade pode ocorrer por causas multifatoriais que podem ser inerentes ao organismo ou ter influências externas, relacionadas, principalmente, ao estilo de vida do indivíduo. Esses fatores provocam alterações no metabolismo do organismo, fazendo com que ele trabalhe de forma mais lenta e acumule mais gorduras. Além dos fatores já conhecidos, estudos científicos também demonstram uma relação entre a inflamação do organismo e alterações no ambiente intestinal em indivíduos obesos.

O conhecimento sobre as possíveis causas relacionadas ao ganho excessivo de peso permite a tomada de medidas assertivas e de forma individualizada, proporcionando o emagrecimento efetivo e evitando o efeito sanfona, bastante comum quando medidas inadequadas são utilizadas para o tratamento.

Veja, abaixo, as principais causas da Obesidade:

Hábitos Alimentares

O número de pessoas com excesso de peso sem predisposição genética tem aumentado por influência da globalização, que interfere diretamente no estilo de vida da população, fazendo com que as pessoas recorram a alimentações rápidas e pouco saudáveis, além de contribuir para a redução da prática de atividades físicas. A procura por alimentos processados tem acompanhado o ritmo de vida da população, pois o hábito de se alimentar em casa tem se tornado cada vez mais raro, enquanto a escolha por alimentos industrializados e fast foods cresce. Esses alimentos apresentam uma carga calórica elevada com poucos nutrientes e uma grande quantidade de agentes tóxicos, que além de contribuir para o ganho de peso, induzem a inflamação do organismo, podem causar algumas doenças metabólicas e até alguns tipos de cânceres.

Fator Genético

O fator genético influencia fortemente a obesidade e pode está relacionado com uma maior predisposição para o ganho de peso excessivo. Esses indivíduos apresentam mais facilidade em absorver e armazenar os nutrientes ingeridos e maior dificuldade para emagrecer. Isso ocorre em consequência de apresentarem uma menor taxa metabólica basal (TMB) e também por expressarem mais genes envolvidos no armazenamento de calorias do que os responsáveis pela queima de gordura.  Alem dos fatores fisiológicos, esses indivíduos podem apresentar, também, distúrbios no controle do apetite, que contribuem fortemente para o aumento da ingestão calórica e diminui a disposição para a prática de atividade física.

De fato, a herança genética tem uma grande influência na incidência da obesidade, no entanto, pessoas sem qualquer histórico familiar também podem desenvolver a obesidade devido a fatores externos relacionados aos hábitos de vida, influenciados pelo ambiente familiar e demais áreas de relacionamento. Isso pode ser solucionado através da mudança de hábitos, que auxilia na perda e manutenção de peso de forma saudável e duradoura. Indivíduos com histórico familiar devem seguir uma conduta contínua na melhora dos seus hábitos e sempre com o acompanhamento de um profissional da saúde.

Inflamação

A obesidade é reconhecida como uma condição de inflamação crônica de baixo grau, que pode ser expressa pela presença de moléculas que indicam alterações metabólicas e endócrinas no tecido adiposo.

Estudos demonstram que pacientes com excesso de peso apresentam uma maior concentração de citocinas ou adipocinas pró-inflamatórias e menor quantidade de adipocinas anti-inflamatórias no tecido adiposo. Essas moléculas afetam diversas funções no organismo, podendo contribuir ou diminuir no ganho de peso, e estão correlacionadas com a presença de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e leptina.

As diferentes respostas aos diversos tipos de tratamento da obesidade podem estar relacionadas com as características celulares do tecido adiposo, afetadas pelo fator genético ou externo em pacientes com excesso de peso.

Não se sabe, exatamente, se a inflamação contribui para obesidade ou se é ela a causa da inflamação no organismo. O que sabe, é que a alteração da microbiota intestinal e a ingestão de alimentos processados, ricos em aditivos químicos e pobres em nutrientes, contribuem fortemente no ganho de peso e no aumento da expressão de adipocinas inflamatórias no organismo.

Microbiota Intestinal

Os benefícios para a saúde intestinal proporcionado pela presença de bactérias benéficas no trato digestivo já são conhecidos há tempos, por auxiliar no tratamento de diarreias e constipação intestinal. Além dessas propriedades, as bactérias contribuem, também, para a prevenção e tratamento de várias doenças no organismo, principalmente as relacionadas com disfunções no sistema imunológico.

Esses microrganismos são denominados probióticos, incluindo os Lactobacillus e Bidifidobacterias, e podem ser encontrados basicamente em todo nosso trato digestivo, melhorando e protegendo o ambiente intestinal contra ação de bactérias patogênicas e regulando funções específicas.

Além dos seus benefícios locais, estudos recentes demonstram uma relação positiva entre a microbiota intestinal saudável e a redução do ganho de peso. As pessoas que apresentam uma microbiota saudável com a presença de alguns Lactobacillus específicos apresentam maior facilidade em emagrecer, enquanto que aquelas que apresentam uma alteração negativa no ambiente intestinal têm uma maior facilidade no ganho de peso.

Fatores Hormonais e Metabólicos

Alguns fatores hormonais podem prejudicar o nosso metabolismo, fazendo com que o organismo trabalhe de forma mais lenta e prejudique a queima de gorduras. A glândula principal no controle do metabolismo é a tireóide, que necessita da oferta adequada de alguns nutrientes, principalmente o iodo, para regular a produção dos hormônios T3 e T4, responsáveis pelo controle do metabolismo.

Há, ainda, um fator metabólico que contribui para o ganho de peso, que está relacionado à utilização da glicose obtida pela alimentação. Para que a glicose seja utilizada de forma efetiva, é necessário que a nossa insulina exerça a sua função adequada, transportando a glicose até a célula, que é o local onde toda molécula de glicose deve estar para ser transformada em energia. Se ela ficar acumulada na circulação, o organismo pode interpretar de forma errada e induzir a ingestão de mais açúcar, contribuindo para a transformação do excesso de açúcar em gordura. Essa disfunção é conhecida como resistência à insulina e, se não tratada, pode levar ao desenvolvimento do Diabetes Melitus Tipo II.

Fatores Psicológicos

Transtorno da Compulsão Alimentar (TCAP)

Um dos principais fatores psicológicos que interfere no ganho de peso é o transtorno da compulsão alimentar, caracterizado por episódios compulsivos recorrentes que induz o aumento na ingestão de alimentos, mesmo na ausência de apetite. A compulsão costuma ser acompanhada por sentimentos de angústia, ansiedade e depressão. Algumas vezes, o paciente come para compensar um desses sentimentos e, em outras ocasiões o ato de comer compulsivamente pode gerar esses sentimentos, principalmente episódios de arrependimento e angústia.

Além dos fatores psicológicos, a compulsão alimentar pode ter influência fisiológica devido a um distúrbio químico causado por um desequilíbrio nos mecanismos da fome e saciedade. Produzimos substâncias no nosso organismo que agem regulando tanto a vontade de comer, como também induzem a saciedade, e as alterações desses mecanismos podem descontrolar o nosso apetite e contribuir para o aumento da ingestão de calorias.

Fatores de Risco

A obesidade é uma doença que abre portas para o desenvolvimento de outros males no organismo. Se não tratada ou controlada, aumenta o risco de comprometer o sistema cardiovascular, provocando alterações nos níveis de colesterol e triglicérides, causar aterosclerose e afetar a pressão arterial. Pode provocar também provocar doenças osteoarticulares e respiratórias, causar resistência à insulina, Diabetes Melitus Tipo II (DM II), pancreatite aguda, doenças hepáticas, comprometimento do sistema digestivo, doenças psicológicas e até alguns tipos de cânceres.

Prevenção e Tratamento

A obesidade é uma doença que pode ser tratada e evitada por qualquer perfil de paciente, e quanto antes iniciar o tratamento para emagrecer, maior será a facilidade para se atingir resultados rápidos e seguros. Todas as medidas tomadas durante o tratamento devem ser feitas com o acompanhamento de um profissional de saúde, que saberá identificar as medidas adequadas para o seu paciente.

Saiba como você pode contribuir para a perda de peso de acordo com cada tipo de causa relacionada à obesidade.

Como diminuir a Compulsão Alimentar?

A compulsão alimentar envolve processos químicos e psicológicos no organismo que induzem o aumento da ingestão de calorias, e uma forma de reduzir o apetite é aumentando a ingestão de fibras e bebendo bastante água. O aumento da ingestão de água é imprescindível quando se eleva o consumo de fibras. O ideal é que a pessoa tome no mínimo 2 litros de água por dia. A fibra tem a capacidade de formar um gel em contato com a água, ocupando uma boa porção do estômago e, com isso, aumentando a sensação de saciedade e ainda reduz a absorção de gorduras provenientes dos alimentos.

Outros suplementos capazes de induzir a saciedade são as algas marinhas, ricas em nutrientes e que atuam como um complemento alimentar nas dietas de restrição de calorias. Além disso, auxiliam na supressão da fome ao entrar em contato com o estômago e podem aumentar a produção de neurotransmissores que auxiliam na melhora do humor e diminuem a compulsão alimentar. A Spirulina é uma alga marinha rica em vitaminas, minerais e proteínas, que auxiliam na redução do apetite por dois mecanismos: ao entrar em contato com o estômago, induz a sensação de plenitude gástrica, e sua composição rica em fenilalanina induz a produção de dopamina, que age sobre o centro do apetite, estabilizando o humor e diminuído a compulsão alimentar.

Outra forma de promover a saciedade é aumentando o tempo de permanência do alimento no estômago. O contato do alimento com a parede estomacal induz a produção de hormônios da saciedade. Esse mecanismo é regulado por um hormônio chamado GLP-1, que age reduzindo o esvaziamento gástrico e diminui a sensação de fome. Existem compostos contendo fitoterápicos, nutracêuticos e até mesmo aminoácidos que estimulam a produção de GLP-1, contribuindo para o tratamento da compulsão alimentar. O Composto Emagrecedor apresenta em sua fórmula ativos que interferem no apetite por meio do aumento do GLP-1, e aina apresenta outros ativos com mecanismos complementares que contribuem para o emagrecimento por induzirem a queima de gordura acumulada.

O que posso fazer para diminuir a inflamação do meu organismo?

Um dos primeiros passos para diminuir a inflamação do organismo é mudando os hábitos alimentares, dando preferência a alimentos naturais, como vegetais, frutas e fibras, de preferência os orgânicos, que são livres de substâncias tóxicas.  Alguns vegetais possuem em sua composição fitoquímicos que protegem o organismo contra agentes inflamatórios e ainda auxiliam na sua detoxificação. Além de adequar a alimentação, outra alternativa é ingerir suplementos que apresentem os mesmos ativos, só que de forma mais concentrada,  encontrados em alimentos e plantas. O Morosil é um extrato natural de laranjas vermelhas, rico em ativos que apresentam ação antiinflamatória e antioxidante. Contribui para o emagrecimento, por meio da redução de adipocinas inflamatórias, e ainda facilita a queima da gordura acumulada. Além de acelerar o emagrecimento, desinflama o organismo e protege contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e metabólicas. 

Como posso melhorar a minha microbiota intestinal?

A melhor forma de melhorar a microbiota intestinal é por meio da suplementação diária e contínua de probióticos contendo a associação de Lactobacillus e Bifidobactérias. Os mesmos podem ser adquiridos na forma de cápsulas (Lactobacillus BS Pharma) ou saches e quanto maior a quantidade de cepas diferentes presentes no composto, maiores os benefícios proporcionados. Os Lactobacillus são organismos vivos e, portanto, precisam se alimentar para crescer dentro do nosso organismo. Eles se alimentam de prebióticos, que são fibras não digeríveis pelo nosso organismo, suplementadas ou obtidas por meio da alimentação. Eles auxiliam no crescimento, proteção e desenvolvimento dos probióticos no trato digestivo. A manutenção de uma microbiota saudável auxilia na desinflamação do organismo e está relacionada ao menor acúmulo de gordura e melhora da sensibilidade à insulina e leptina, hormônios com grande importância na manutenção do peso. 

O que posso fazer para melhorar o meu Metabolismo Basal e acelerar a queima de gordura?

A melhor forma de oferecer ao organismo nutrientes que contribuam para a melhora do metabolismo é a alimentação ou suplementação. Existem suplementos ricos em ativos que auxiliam na melhora do metabolismo e ainda apresentam ativos com ações complementares para o tratamento da obesidade. O Goji berry é um fruto rico em nutrientes que protege o organismo contra a ação de radicais livres, relacionados ao envelhecimento e desenvolvimento de doenças, e ainda contribui para o emagrecimento por melhorar o metabolismo, diminuir o apetite e contribuir para a queima de gorduras.

Confira 5 Dicas Para Emagrecer Com Saúde

A busca pelo corpo perfeito ou por mais saúde faz com que homens e mulheres, em suas diferentes faixas de idade, busquem alternativas para perder peso. Há, contudo, um perigo implícito se não tomadas atitudes seguras e saudáveis. O falso emagrecimento acontece, e pode vir acompanhado de uma série de problemas para o corpo. Sendo assim, antes de fazer qualquer dieta maluca ou tomar medicamentos sem prescrição médica, analise os riscos e veja se realmente valem a pena.

Para que você possa evitar as pegadinhas acima, listamos 5 dicas simples para emagrecer com saúde. Confira.

  1. Adote uma reeducação alimentar

Diferente da dieta, a reeducação alimentar fará com que você coma de forma correta para sempre e não por um determinado período. Quando se adota uma dieta restritiva, você pode, sim, aprender a comer bem, mas provavelmente cairá na tentação do exagero logo após perder os quilinhos que tanto incomodavam.

Nesse caso, busque um nutricionista funcional e veja como esse profissional pode criar uma programação alimentar dentro do que você precisa para emagrecer e se manter saudável.

  1. Mude seu estilo de vida

Se você quer emagrecer com saúde, precisa mudar não só a alimentação, mas também sua rotina. Praticar atividades físicas, por exemplo, se torna fundamental nesse processo. Terapias relaxantes e que promovam o bem-estar também fazem total diferença. Uma simples caminhada no final da tarde já é uma mudança considerável.

A mudança no estilo de vida também inclui horas favoráveis de sono, e, de preferência, evitar o álcool e o cigarro. Qualquer tipo de rotina que deixe sua atividade metabólica mais lenta deve ser excluída dos seus dias.

  1. Intensifique o consumo de alimentos naturais

Os produtos industrializados podem até oferecer um pouco mais de praticidade aos seus dias, mas não proporcionam o mesmo teor nutricional encontrado em um alimento completamente natural. Dê preferência ao consumo de frutas, verduras, gorduras saudáveis, proteínas e outros compostos que deixarão sua dieta bem mais nutritiva, proporcionando um emagrecimento mais saudável e rápido.

Vale a consulta com um nutricionista para que ele monte um cardápio focado em alimentos naturais e indicado para seu organismo.

  1. Não sinta fome

Se você está em um processo de emagrecimento, e sente fome constantemente, é porque algo está errado com a sua alimentação e rotina. A primeira dica fala justamente sobre a reeducação alimentar, e você deve segui-la com bastante ordem. Se o seu organismo anda pedindo mais alimento, reveja as porções e intervalos entre uma alimentação e outra. É justamente por esse fato que dietas indicadas para pessoas magras não devem ser as mesmas para as que desejam emagrecer.

Não se deve retirar, totalmente, os alimentos fundamentais para um organismo, pois a queda das taxas pode gerar alguns transtornos em função da deficiência de nutrientes.

  1. Tenha sempre em mente metas reais para emagrecer com saúde

Digamos que você pese 100 quilos e queira chegar aos 50 em seis meses. Não que isso seja impossível, mas, com certeza, só vai acontecer se você adotar métodos perigosos para o seu corpo. Um emagrecimento saudável gira em torno da perda de 4 a 6 quilos por mês.

Então, antes de pensar em quantos quilos você quer emagrecer em um determinado intervalo de tempo, saiba quantos você pode, realmente, perder nesse período!

Agora ficou mais fácil emagrecer com saúde? Acha que falta alguma dica na lista acima? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião conosco!

emagrecimento


9 comentários

Silmario · 21 de fevereiro de 2017 às 21:34

Muito bom.

    Douglas Fabris · 22 de fevereiro de 2017 às 09:19

    Oi Silmario, que bom que gostou do nosso post! Obrigado pelo comentário e por acompanhar nosso Blog. Fique ligado nas próximas publicações! 😀

    Fernanda Sathler · 21 de março de 2017 às 18:19

    Oi Silmario, que bom que gostou do nosso post! Obrigado pelo comentário e por acompanhar nosso Blog. Fique ligado nas próximas publicações!

gabriela · 13 de março de 2017 às 16:57

Ótimo post!
Indico esse produto está ajudando milhares de pessoas a emagrecerem mais fácil

    Loja Virtual · 13 de março de 2017 às 17:00

    Oi Gabriela. Obrigado pelo comentário e por acompanhar nosso Blog. Fique ligada nas próximas publicações! 😀

    Fernanda Sathler · 21 de março de 2017 às 18:18

    Oi Gabriela. Obrigado pelo comentário e por acompanhar nosso Blog. Fique ligada nas próximas publicações!

dieta Rodolfo · 16 de março de 2017 às 15:01

Adorei seu site. Continue postando esses conteúdos de qualidade. Demorei para encontrar informações como essa. Obrigado. Abraço e fica com Deus

    Loja Virtual · 16 de março de 2017 às 17:45

    Oi Rodolfo. Obrigado pelo comentário e por acompanhar nosso Blog. Fique ligado nas próximas publicações! 😀

    Fernanda Sathler · 21 de março de 2017 às 18:18

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